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Os três primeiros números da edição exclusiva de “Tabacaria”, de Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa, vão a leilão, revertendo as receitas para a Casa do Gaiato.

A nova edição do poema "Tabacaria" foi publicada no passado dia 28 de novembro, numa caixa de madeira, com 25 fotografias inéditas de Pedro Norton.
"Foram feitos apenas 1.500 exemplares, todos numerados, e este livro de 176 páginas não voltará a ser reimpresso, tratando-se de uma edição rara", num formato de grande dimensão, 24 centímetros de largura por 33 de altura, disse à Lusa fonte da editora Guerra e Paz, que chancela a obra.
Para esta iniciativa, à editora Guerra e Paz associou-se a leiloeira Palácio do Correio Velho, decorrendo o leilão 'online' em

https://www.pcv.pt/auction.php?n=1121&ref=auctions-upcoming.titl e, a partir dom dia 06 de janeiro, às 10:00, até dia 09, às 22:00.

Segundo a mesma fonte, os 1.500 exemplares editados numerados “esgotaram”, o que “torna os primeiros três exemplares bastante emblemáticos”.
“Esta iniciativa vem ao encontro de outras que o Palácio do Correio Velho tem vindo a desenvolver no âmbito da sua responsabilidade social e cultural. Em nosso entender, é fundamental existir um envolvimento ativo das empresas com a comunidade”, realçou à Lusa Sebastião Pinto Ribeiro, administrador da leiloeira.
O editor Manuel S. Fonseca, da Guerra e Paz, realçou o apoio a “uma instituição, a Obra de Rua, fundada há quase 80 anos pelo Padre Américo” em Paço de Sousa, no concelho de Penafiel, distrito do porto, e que apoia centenas de rapazes sem família, segundo o lema do seu fundador, “Não existem rapazes maus".
O livro com o poema de Álvaro de Campos encontra-se “dentro de uma meia caixa de madeira de choupo, impressa a laser, assim como um álbum, ambos pintados à mão, a azul ciano”, explicou fonte editorial.
Num dos seus poemas, Álvaro de Campos escreveu: “Sentindo húmida da noite a madeira onde agarro,/Debruço-me para o infinito e, um pouco, para mim”.
Este foi o mote para a nova edição de “Tabacaria”, um poema escrito em 15 de janeiro de 1928, pelo “engenheiro naval” Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa, publicado na revista Presença, em julho de 1933.
“A caixa é revestida por uma orla envolvente noutra madeira, maple, e foi objeto de impressão direta UV e a Laser 50w, com a lombada do livro de 176 páginas monumentais com costura à vista e um grafismo original de Ilídio Vasco”.
“A acompanhar, numa pasta-álbum, em papel Gardapat Klassica, de 250 gramas, juntam-se 25 fotografias, a preto e branco, à procura, na Baixa de Lisboa, das máscaras de Pessoa, de autoria de Pedro Norton”, rematou a mesma fonte.

Foto: DR/FMS

 

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