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A cantora e compositora Teresa Salgueiro apresenta o novo álbum, “Horizonte”, em outubro, em dois espetáculos sucessivos, dia 08, na Casa da Música, no Porto, e no dia seguinte, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Em declarações à Lusa, a cantora afirmou que o novo álbum, no qual está a trabalhar e em que assina todas as letras e composições, “é a continuidade da viagem iniciada em 2012, com o álbum ‘Mistério’”.
Em palco, adiantou a cantora, além dos temas do novo álbum, e “alguns do anterior”, irá também interpretar canções “da tradição musical portuguesa”, das quais citou “Barco negro”, “Verdes anos” e “Canção de embalar”.
“A integração destas e outras canções da tradição popular portuguesa é uma forma de dizer de onde venho, de me situar, e mostrar aquilo que me inspira”, disse Teresa Salgueiro.
Com a cantora vão estar em palco, e no estúdio, os músicos Rui Lobato (guitarra, bateria e percussão), Óscar Torres (contrabaixo), Marlon Valente (acordeão) e Graciano Caldeira (guitarra).
Para este novo álbum, Teresa Salgueiro mantém a instrumentação do anterior, “apesar de a guitarra ter agora cordas de ‘nylon’, com uma sonoridade mais acústica”.
O novo álbum deverá ser editado em finais do ano, adiantou a cantora, que afirmou que “não podia estar mais satisfeita com a continuação de perseguir este sonho de ser músico”.
“Não conheci outra profissão a não ser a de músico, é a concretização de um sonho”, rematou.
Teresa Salgueiro debutou na música em 1986, como a voz dos recém-formados Madredeus, grupo liderado por Pedro Ayres Magalhães. Com este grupo gravou nove álbuns de originais e foi a sua voz durante 20 anos, até 2007.
A cantora recebeu, entretanto, convites para partilhar o palco com nomes como José Carreras, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Carlos Núnez, Angelo Branduardi e Zbigniew Preisner.
Em 2011, retirou-se para o Convento da Arrábida, em Setúbal, onde gravou o disco “Mistério”, no qual assumiu a produção, bem como a direção musical, a composição e as letras.
Depois gravou uma edição exclusiva para o território mexicano, “La golondrina y el horizonte”, com a qual realizou vários espetáculos, no âmbito do Festival Cervantino.
Os dois espetáculos, no Porto e em Lisboa, são “o ponto de partida de uma digressão mundial”, disse Teresa Salgueiro à Lusa.

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