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Um concerto “inédito” de guitarra portuguesa vai reunir em Lisboa “alguns dos melhores músicos” daquele instrumento, revelando como este se tornou “elemento de comunicação com outros géneros musicais, além do fado”, disse o músico Diogo Clemente.

O concerto tem direção artística e musical de Diogo Clemente e realiza-se no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, na sexta-feira, apresentando sete guitarristas e realizando-se no âmbito do ciclo "Há Fado no Cais", uma parceria entre o Museu do Fado e o CCB.
No palco belenense tocam Ângelo Freire, Custódio Castelo, José Manuel Neto, Luís Guerreiro, Mário Pacheco, Paulo Soares e Pedro de Castro, que serão acompanhados pelos músicos Diogo Clemente, Jaime Santos Júnior, Carlos Manuel Proença, Carlos Leitão e Rui Ferreira, na viola, Marino de Freitas e Daniel Pinto, na viola-baixo, Ivo Castro, nas percussões, e Eurico Amorim, no piano, teclados e som de programação.
“Não diria que estes guitarristas são os melhores dos melhores, porque hoje em dia temos uma quantidade enorme de grandes guitarristas, acho até que se poderia fazer um outro concerto, há génios da guitarra portuguesa que estão fora deste espetáculo, eu adorava fazer uma maratona de guitarra portuguesa”, disse Diogo Clemente.
“O cicerone deste concerto é ‘a voz’: Carlos do Carmo, que faz uma participação especial”, adiantou à agência Lusa Diogo Clemente, que acrescentou ser “unânime entre os guitarristas que Carlos do Carmo é ‘a voz’, e todos gostam de o acompanhar”.
“Há muita gente que falta aqui”, sublinhou o músico que citou nomes como Pedro Caldeira Cabral, Ricardo Rocha, Paulo Parreira e Ricardo Parreira.
Este concerto, disse Diogo Clemente, partiu da memória de um concerto com consagrados guitarristas, realizado na Aula Magna da Universidade de Lisboa, e do qual foi editado um álbum, há cerca de 15 anos.
Para o músico que produziu álbuns de Raquel Tavares, Mariza e Carminho, entre outros, este concerto “vai ser uma reunião da família musical, com surpresas e homenagens a alguns dos grandes, entre eles, o guitarrista Raul Nery (1921-2012) e Joel Pina, viola-baixo, de 97 anos.
Diogo Clemente afirmou que “a guitarra portuguesa tornou-se um elemento de comunicação com outros géneros musicais e integrante de outras músicas, além do fado, onde o seu lugar é mais potenciado”.
“Nos últimos tempos a guitarra portuguesa tem viajado por diversos géneros musicais, e isso transparece isso mesmo, e este concerto demonstra-o”, disse o músico, que referiu que em palco vão estar “os projetos pessoais de cada um dos músicos”, além da sua participação enquanto acompanhadores de fado.

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