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Sara Baras - 10 e 11 de Maio.jpg

Sara Baras apresenta “Sombras” nos dias 10 e 11 de maio, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, palco que pisa pela primeira vez.  A atuação de Sara Baras surge no âmbito do 20.º aniversário da sua companhia Ballet Flamenco, e com a “bailaora”, que assina a coreografia do espetáculo, sobem ao palco do Preto e Prata os guitarristas Keko Baldomero e Andrés Martinez, os percussionistas Antonio Suárez e Manuel Muñoz ‘Pájaro’, os cantores Rubio de Pruna e Israel Fernández, os bailarinos José Serrano, coreógrafo das suas próprias atuações, e ainda María Jesús García Oviedo, Charo Pedraja, Cristina Aldón, Sonia Franco, Daniel Saltares, e David Martín, e como “repetidora”, María Jesús García Oviedo.

“Sombras” apresenta “uma viagem através do tempo onde se conjugam coreografias tradicionais e modernas com recursos técnicos de última geração tecnológica, as cores, o silêncio e a agitação, a multidão e a solidão, a luz e as sombras, a magia e o sentimento que fazem a essência do flamenco”, segundo a mesma fonte.

Neste espetáculo celebrativo, Sara Baras, nascida há 47 anos em San Fernando, na província espanhola de Cádiz, no sul, recupera um baile de homens “La Farruca”, no qual a “bailaora” usa calças, um corte com a tradição do género musical, que é Património Imaterial da Humanidade desde 2010.

Por tradição as calças são uma peça de vestuário exclusivamente masculina, Sara Baras foi a primeira “bailaora” a usar calças no flamenco, no espetáculo “Sensaciones”, que estreou em abril de 1998, em Murcia, e com o qual se apresentou em vários palcos espanhóis e fez uma digressão europeia.

Sara Baras dança desde os oito anos. Em 1989 fazia parte da companhia de Manuel Morao, com a qual participou no Festival de Flamenco, no Alhambra, em Granada, no sul de Espanha, e recebeu o primeiro galardão da sua carreira, o ‘Gente Joven’, da Radio e Televisão de Espanha (RTVE).

Em 1991, com esta mesma companhia, esteve em cartaz durante dois meses no Teatro Eduardo VII, em Paris. No ano seguinte participou na Bienal de Dança, em Paris e em Lyon, e em 1992, fez par com Javier Barón, com o qual atuou no Auditório da Cartuxa, em Sevilha, no âmbito da Exposição Universal, que decorreu na capital andaluza.

Da lista de distinções da artista, consta o ‘Madroño Flamenco’, que recebeu em 1993, dez anos depois foi dsitinguida com o Premio Nacional de Dança, de Espanha, e em 2012, o The John F. Kennedy Center for the Performing Arts, m Washington, entregou-lhe a a Medalha de Ouro das Artes. No ano passado o Govderno de Madrid nomeou Sara Baras “Embaixadora de Honra da Marca ‘Espanha’”.

 

Sara Baras 1.jpg

 

Sara Baras, que se tem apresentado em diversos palcos internacionais, de Bogotá a Génova, em Itália, estreou-se em Lisboa em 1999.

Entre os muitos espetáculos emq ue se apresentou, atuou com Chavela Vargas (1918-2012) num concerto na casa do poeta e dramaturgo Federico García Lorca (1898-1936) na Huerta de San Vicente, em Granada.

No cinema, entre outras participações, fez parte de “Iberia” (2005), realizado por Carlos Saura, onde dançou “Albaicín”, uma coreografia sua e, em colaboração com José Serrano, “Asturias”.

“Sombras” conta com a  colaboração do pintor andaluz Andrés Mérida, desenho de luz de Oscar Gómez de los Reyes e guarda-roupa desenhado pelo português Luís F. do Santos.

 

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