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A Orquestra Gulbenkian, dirigida pelo maestro Pedro Neves, inicia quarta-feira uma digressão com o pianista Mário Laginha, anunciou a Fundação Calouste Gulbenkian.

“Esta digressão faz parte de uma série de deslocações que tem levado a Orquestra Gulbenkian a municípios como Marvão, Setúbal, Almada, Coimbra, Alcobaça e Barcelona, onde tocou no Palau de la Música Catalana”, afirma a Fundação em comunicado, citado pelo Diário Digital.
A Orquestra apresenta um programa constituído pela Abertura Sinfónica n.º 3, de Joly Braga Santos, a Sinfonia n.º 5, de Ludwig van Beethoven e o Concerto para piano e Orquestra, de Mário Laginha, obra estreada em 2009, no 31.º Festival Internacional de Música do Algarve.
Os concertos da Orquestra Gulbenkian, em que Mário Laginha é solista, têm lugar no Theatro Circo, em Braga, na quarta-feira, no Teatro de Vila Real, no dia seguinte, na Sé Catedral de Viseu, na sexta-feira, e no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco no sábado.
A Orquestra Gulbenkian foi fundada em 1962, como ensemble de câmara – cordas e baixo contínuo -, tendo evoluído para a formação atual, com cerca de 60 músicos. A denominação Orquestra Gulbenkian foi adotada em 1971.
Entre os mais recentes projetos discográficos, a Orquestra fez a primeira gravação mundial do Requiem de Antonio Salieri e gravou obras de György Ligeti, Zoltán Kodály e Bella Bartók.
Ainda na edição discográfica, gravou com a pianista Sa Chen (2012), e a violinista Arabella Steinbacher (2103), ambas sob a direção do maestro Lawrence Foster.
A Orquestra Gulbenkian editou também um CD destinado ao público infantil com as obras “Pedro e o lobo”, de Prokofiev, “O Carnaval dos animais”, de Saint Saëns e o “Guia da Orquestra para Jovens”, de Britten, sob a direção de Joana Carneiro.
No âmbito do seu 50.º aniversário, a Orquestra Gulbenkian gravou três CD, entre 2012 e 2013, com instrumentistas da orquestra como solistas, sob a direção de Lawrence Foster, Joana Carneiro e Pedro Neves.
O maestro Lawrence Foster foi responsável pela direção artística da orquestra entre 2002 e 2013, acumulando com as funções de maestro titular.
Joana Carneiro é desde 2013 maestrina convidada desde 2006 e Susanna Mälkki é maestrina convidada principal desde 2013, ano em que Paul McCreesh foi nomeado maestro principal da Orquestra Gulbenkian.
Mário Laginha, 56 anos, estudou piano na escola de jazz Louisiana, em Cascais, dirigida por Luís Villas-Boas, e na Academia de Amadores de Música e, posteriormente no Conservatório Nacional, em Lisboa, com os professores Carla Seixas e Jorge Moyano.
O primeiro trabalho, como profissional aconteceu no teatro, na peça “Baal”, de Bertold Brecht, e, 1980, e posteriormente fez parte do quinteto de jazz de Maria João, cantora com a qual continua a colaborar.
Pianista com ampla atividade na área do jazz tem feito incursões na música erudita, refira-se por exemplo a colaboração com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, em 2009, em que apresentou composições suas inspiradas nas peças de Chopin.
O músico apresentou-se com Bernardo Sassetti (1970-2012) e Pedro Burmester, e tem feito várias incursões no fado, tendo composto, entre outros, para Camané, Cristina Branco e, mais recentemente, Hélder Moutinho.

Foto: FCG/FMS

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