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"Nem Tudo é Fado" por Cristina Bacelar

por FMSimoes, em 27.02.18

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O novo álbum de Cristina Bacelar, “Nem Tudo é Fado”, inclui versões de fados de Beatriz da Conceição e Amália Rodrigues, e temas inéditos de sua autoria.

Cristina Bacelar, cantora, guitarrista, compositora e letrista, que fez parte dos projetos Frei Fado D’El Rei e As Três Marias, assina a produção e os arranjos dos fados e dos temas originais do CD, editado pela Sony Music.

Dos dez temas que constituem o álbum, dois são do repertório de Amália Rodrigues, “Lágrima” e “Perseguição”, um do de Beatriz da Conceição, “Meu Corpo”, e um da banda sonora do filme “A Severa” (1930), de José Leitão de Barros, “Novo Fado da Severa”, interpretado por Dina Tereza.

“Meu Corpo”, de José Carlos Ary dos Santos e Fernando Tordo, abre o CD, que inclui ainda os temas “Larala!”, “Já Não Sei das Palavras” e “Fado de Papel”, todos com letra e música de Cristina Bacelar, “Não é Amor (…) É Só Alma”, letra da intérprete que a gravou na melodia do Fado Carriche, de Raul Ferrão, também “Não Hesitava um Segundo”, de Tozé Brito, do repertório de Ana Moura, e o instrumental “Paris, às Vezes”, de Bacelar.

“Neste álbum, o xaile negro do fado e o ‘mantón de manila’ do flamenco vestem-se na cidade invicta, através da voz e da guitarra de Cristina Bacelar”, afirma a discográfica em comunicado, referindo que “O fado é aqui revisitado de forma original e arrojada, pincelado com os tons coloridos da bossa nova e do jazz, num cruzamento entre guitarra flamenca, guitarra portuguesa, percussões e saxofone”.

Cristina Bacelar, que se acompanha à viola, conta com a participação dos músicos Armando Ribeiro (saxofone), Rui Pedro Claro (guitarra portuguesa) e Pedro Silva (percussão), e ainda José Lourenço ao piano, nos temas “Laralai”, “Já Não Sei das Palavras” e “Paris, às vezes”, de Carlos Mangano, no baixo, em “Paris, às vezes”, e ainda Lourenço Ribeiro (violino), Hugo Diogo (violeta), e Vanessa Pires (violoncelo) em “Fado de Papel”.

O álbum "Nem Tudo é Fado" sucede a “Descartabilidade” (2009), no qual Cristina Bacelar gravou exclusivamente poemas de Florbela Espanca.

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