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A cantora Marta Dias disse que o seu novo álbum, “Quantas tribos”, acentua a sua "raiz africana, designdamente são-tomense”, tendo escolhido interpretar poetiwsas como Alda Espírito Santo e Conceição Lima.
“Este é um disco de Atlântico. Esta é a expressão feliz e muito precisa para este disco”, disse a cantora, que estava “há alguns anos sem gravar em nome próprio”, desde o CD/DVD "António Chaínho e Marta Dias ao vivo no CCB”, saído em 2003.
A cantora, filha de pai são-tomense e mãe portuguesa, afirmou que este disco “acentua a sua raiz são-tomense”, que tinha já abordado num anterior trabalho discográfico.
A cantora, que assina algumas das músicas deste novo álbum, referiu o seu percurso de busca, desde as cantigas de amigo medievais ao fado, “tentando pesquisar o lugar de Portugal”, gravou em 1999 poetas são-tomenses no CD “Aqui”, e depois voltou ao fado com Chainho, “ou antes a um metafado, que é um fado sobre o fado”. Contou, entretanto, algumas colaborações, entre elas, no CD duplo do músico Fernando Alvim (1934-2015).
O álbum é constituído por dez canções, todas de poetas de S. Tomé e Príncipe, designadamente Alda Espírito Santo, Conceição Lima, Francisco José Tenreiro, Maria Manuela Margarido e Fernando de Macedo, maioritariamente musicados por Oswaldo Santos, e algumas por Marta Dias, em parceria com este músico.
Na realização do disco, a cantora fez duas “opções de coração”: Kalaf, com quem interpreta “Humanidade”, e Carmen de Souza, com quem partilha a interpretação de “Os rios da tribo”.
“São duas opções de coração. O Kalaf, já conheço há muitos anos, e sempre me fascinou pela voz e a maneira de dizer, e a Carmen, que fui ouvi-la um dia, pois não nos conhecíamos, e apaixonou-me pela maneira única como trabalha a música”, disse à Lusa, cita a RTP.
O álbum começou a ser pensado em 2011, quando apresentou alguns destes temas, apenas acompanhada à viola por Oawldo Santos, em S. Tomé, na tomada de posse de Manuel Pinto da Costa como Presidente da República.
Depois foi “uma gestação longa, pela necessidade de ver para onde ia o projeto e o aprimoramento das canções” e, à viola, ir incorporando outros sons, “mais enquadramento”.
Pelo caminho surgiram o baixo de Yuri Daniel, as percussões de Ruca Rebordão e o acordeão de Costa Neto.

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