Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Luísa Sobral anuncia digressão nacional

por FMSimoes, em 16.01.19

93A9991-376x563.jpg

Luísa Sobral inicia em fevereiro uma digressão por sete palcos nacionais, de apresentação do seu novo álbum, “Rosa”, editado no início deste mês.

Luísa Sobral, nesta digressão, apresenta a sua nova banda, partilhando o palco com Manuel Rocha, nas guitarras, e um trio de sopros constituído por Sérgio Charrinho, no fliscorne, Ângelo Caleira, na trompa, e Gil Gonçalves, na tuba.

A digressão abre no dia 08 de fevereiro, em Coimbra, numa sala a anunciar, e, no dia seguinte, continua na Casa da Música, no Porto. No dia 14 de fevereiro, Luísa Sobral atua em Setúbal, no âmbito do festival “Montepio, às vezes o amor”, e, no dia 22, sobe ao palco do TivoliBBVA, em Lisboa.

O quinto palco desta digressão é o Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, onde atua no dia 09 de março, seguindo-se a Casa da Cultura de Ílhavo, nos arredores de Aveiro, encerrando no dia 23, no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, a cerca de 90 quilómetros a oeste de Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, Luísa Sobral definiu o novo álbum, “Rosa”, como “um disco de 'cantautor', em que as letras são mais importantes", em que "é quase como estar num concerto”, cita o DN.

Luísa Sobral assina, letra e música, das onze canções que constituem o CD, que tomou o nome de “Rosa”, em homenagem à sua filha, pois foi composto durante a sua gravidez, o que influenciou o trabalho final.

“Este disco conta histórias e fala de amor, como todos os meus álbuns, mas este tem uma sonoridade diferente, e as canções estão mais expostas, além da minha voz estar um bocadinho diferente, porque durante a gravidez fiquei muito rouca, o que influenciou a forma como compus, mas decidi gravar assim, com a voz que me fez escrever as canções”, disse.

 “O mais diferente é o disco ser todo cantado em português, o facto de ser tão despido, e mudei o grupo de acompanhadores, que anteriormente eram guitarra, piano, bateria e contrabaixo, mas continuo a ser eu na composição, e com as minhas características”.

Um disco “simples”, disse, mas que é o que mais gosta na arte, “pois é mais direto e chega ao coração das pessoas”.

“A palavra simples é muitas vezes subestimada, mas, para mim, simples é o melhor, é o mais fácil de chegar às pessoas. E, às vezes, vamos analisar o ‘simples’ e não é nada tão simples assim, mas acaba por parecer, e é o que mais gosto na arte, parecer simples e afinal não é”, argumentou.

Foto: DR

Autoria e outros dados (tags, etc)



Bem-vindo


Parcerias


Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D