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O poeta Luís Maçarico apresenta este mês, em Lisboa, o seu novo livro de poesia, “Uma Casa é como uma Árvore por Dentro”, que reflete a sua vivência de 63 anos em Lisboa.

“Este livro, que vou apresentar na segunda-feira, dia 29, quando completo 66 anos, tem a ver com a casa onde vivi 63 anos na praça da Armada, no bairro [lisboeta] de Alcântara, e que era cais de partidas e chegadas”, disse o poeta e antropólogo.

“Uma Casa é como uma Árvore por Dentro” é apresentado no dia 29 às 18:30, na Casa do Alentejo, em Lisboa, por Maria Alexandra Leandro, doutorada em Antropologia, e por Maria José Balancho, autora de obras sobre a didática da língua e da Literatura.

A cerimónia conta com atuação da cantora Vera Cordeniz, acompanhada pelo pianista Thiago Tortaro.

O escritor Eduardo Olímpio, no prefácio do livro, chama, aliás, a atenção para a “musicalidade [e] ritmo” que “povoam” a poesia de Luís Maçarico.

Segundo Eduardo Olímpio, a “ideia central” dos poemas de Luís Maçarico “é que o espírito colabore na construção dos corpos, numa relação ‘quase divina’”.

“Na poesia de Luís Filipe Maçarico, a palavra adquire uma vida específica, para além do seu sentido corrente”, prossegue Olímpio, referindo “a paciente construção da alta pirâmide que é a sua poesia”.

Luís Filipe Maçarico é licenciado em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa, tendo apresentado uma investigação sobre os “Barbeiros de Alcântara - A Identidade Masculina e Bairrista entre Estratégias de Sobrevivência e Ameaças de Extinção”. Efetuou um mestrado em Antropologia, no então Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), atual Instituto Universitário de Lisboa, em que apresentou a dissertação “Os Processos de Construção de um Herói do Imaginário Popular - o Caso de Santa Camarão”. Em 2008, voltou a frequentar um mestrado, desta feita, na Universidade do Algarve, em que abordou “Portugal Islâmico e o Mediterrâneo”.    

A sua bibliografia, além da poesia, inclui livros infantis, nomeadamente “Azedal, Sarzedar e a Manhã de Abril” (1996), ensaios, cite-se “Joias Impercetíveis em Portas de Lisboa. Aldrabas, Batentes e Puxadores nas Casas de Catorze Personalidades da Cultura Portuguesa” (2009), no conto, “Degraus” (1999), e na biografia.

Na poesia estreou-se em 1991 com o livro “Da Água e do Vento”. “Uma Casa é como uma Árvore por Dentro” sucede a “Aquela Pequena sabedoria das Estrelas Repartidas”, editado no ano passado.

Maçarico colaborou com pintores como Artur Bual, Mena Brito e Margarida Barroso ‘Guika’, para quem escreveu vários textos.

 

 

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