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O Festival Santa Casa Alfama apresenta “mais de 40 concertos” em 12 palcos no bairro de Alfama, do Museu do Fado à Igreja de Santo Estêvão, do Terminal de Cruzeiros ao largo das Alcaçadarias, nos dias 28 e 29 de setembro.

O projeto “+351 FADO”, de João Monge e João Gil, apresentado como “uma síntese das [suas] composições conjuntas e com raízes mais fadistas”, sobe ao palco do Centro Cultural Dr. Magalhães Lima, no dia 28, com os fadistas Margarida e Duarte, acompanhados pelos músicos Ivo Costa (percussão), João Gil (guitarra acústica), José Conde (clarinete) e Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa).

Na mesma noite, atua neste palco Paulo Bragança, que recentemente editou o disco “Cativo”.

No dia seguinte o centro cultural acolhe a "aventura" de João Pedro Pais pelo fado. “Sempre fiel a si próprio", "o músico também vai cantar fados com os seus arranjos e à sua maneira”, segundo a organização. Em seguida, canta Sandra Correia, que recentemente editou o seu terceiro álbum, “Aqui Existo”.

No palco principal, instalado frente ao rio Tejo, atuam, no dia 28, Dulce Pontes, Paulo de Carvalho e Maria Emília, apresentada como uma “aposta” do certame. Maria Emília que participou em 2012, no auto fadista “O Julgamento do Chico do Cachené”, de João Linagres Barbosa, no Teatro Ibérico, com Nuno de Aguiar e Daniel Gouveia.

 

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No dia 29, no palco principal cantam Raquel Tavares, Alexandra, que protagonizou “Amália, o musical”, de Filipe la Féria, e ainda António Pinto Basto e Maura.

O novo palco do certame, no terraço do Terminal de Cruzeiros, é o cenário de “Marco Rodrigues convida Diogo Piçarra” e “José Gonçalez convida Sangre Ibérico”, no dia 28.

No segundo e último do festival, recebe Maria da Fé. Com a criadora de “Cantarei até que a voz me doa”, vão atuar, como convidados, Duarte, Mel e Sara Paixão.

Entre os cenários do festival constam as igrejas de S. Miguel e St.º Estêvão.

O espetáculo “Ave Maria Fadista”, com Cátia de Oliveira, Ana Pinhal, Nádia Bastos, Pedro Ferreira e o ensemble Sax in Fado (João Martins, guitarra portuguesa, André Teixeira, viola, Sérgio Marques, viola baixo, Tiago Rocha, guitarra clássica, e Bruno Soares, saxofone), é apresentado no dia 29, na Igreja de St.º Estêvão, onde no dia anterior, atuam Margarida Guerreiro e André Batista.

A Igreja de S. Miguel regista apenas um espetáculo, o de Peu Madureira, no dia 28.

No Grupo Sportivo Adicense, atuam, no dia 28, Pedro Galveias, Beatriz Felizardo e Inês Pereira, vencedora da Grande Noite do Fado de Santa Maria Maior, deste ano, e, no dia seguinte, Vítor Miranda, Conceição Ribeiro, Jaime Dias e Andreia Matias.

No primeiro dia do festival, a Sociedade Boa União recebe o trio de cordas Modus Fado, que interpreta temas do semba de Angola e da morna de Cabo Verde, além do fado, e no segundo, os fadistas Beatriz Felício e José Geadas.

No Palco Amália, no auditório da firma Abreu Advogados, atuam Catarina Rocha e Miguel Ramos, no dia 28, e, no dia 29, Maria Amélia Proença, com mais de 60 anos de carreira, distinguida em 2011 com o Prémio Amália/Carreia, e Tânia Oleiro, que editou recentemente o álbum “Terços de Fado”.

No palco instalado no largo das Alcaçarias atuam Artur Batalha, Filipa Cardoso e Ana Marta, no dia 28, e Maria da Nazaré e Jorge Roque, no dia 29.

Artur Batalha, de 67 anos, conhecido como “príncipe do fado”, venceu, em 1971, a Grande Noite do Fado de Lisboa. Maria Nazaré, com mais de 50 anos de carreira, foi distinguida com o Prémio Amália Melhor Intérprete, em 2013, e com o Prémio Carreira da Casa da Imprensa, em 2003.

No Museu do Fado, a festejar 20 anos de existência, estão instalados dois palcos. No espaço do restaurante atuam Cristina Maria, João Chora, Teresa Tapadas e Carlos Leitão. No largo do Chafariz de Dentro, fronteiro ao museu, vão tocar Ângelo Freire, Marta Pereira da Costa, Pedro Jóia e a Família Parreira, com os guitarristas António, pai, e os filhos Paulo e Ricardo.

O projeto “Fado à Janela” regressa ao largo de São Miguel, com os músicos Jorge Silva, Gilberto Silva e José Manuel Rodrigues, respetivamente, na guitarra portuguesa, viola e viola baixo.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), que já tinha apoiado anteriores edições, decidiu este ano fazê-lo de “forma mais intensa”, associando o nome ao festival, pelo facto de este “estar cada vez mais impregnado na vida da cidade e pela revelação de novos talentos”, disse à agência Lusa o provedor, Edmundo Martinho.

O investimento feito pela SCML, segundo o responsável, ronda os 200.000 euros. Entre as novidades deste ano há a adesão de dez restaurantes, com uma ementa especial.

No ano passado o festival somou 11.000 espetadores nos dois dias, disse à Lusa fonte da organização.

Foto: WorldMusic.net

 

 

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