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Cidália Moreira, Prémio Amália Rodrigues Melhor Intérprete, em 2005, atua no sábado, dia 09 de julho, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, num espetáculo em que passará em revista uma carreira de mais de 50 anos.

Em declarações à agência Lusa, Cidália Moreira afirmou que irá apresentar "um alinhamento de fados tradicionais, algumas canções, como uma de romaria do Minho, e uma rumba cigana, o 'El porompompero', de Manolo Escobar", cita o Notícias ao Minuto.
A fadista, no palco sintrense, é acompanhada pelos músicos Armindo Fernandes e Pedro Ferreira, na guitarra portuguesa, Pedro Morato, na viola, e Miguel Gelpi, no contrabaixo.
“Os rios correm para o ar”, “Falta aqui uma ceifeira”, “Lisboa meu amor”, "Amar, amar, perdidamente" são alguns êxitos, de uma carreira iniciada, profissionalmente, em 1963, no restaurante típico A Viela, em Lisboa.
Natural de Olhão, no Algarve, e prima do guitarrista e compositor de fados Casimiro Ramos (1901-1973), Cidália Moreira começou a cantar cedo, em festas de amigos.
“A sua figura – esguia, morena, cabelos muito compridos negros -, não tardou a que a apelidassem ‘a Cigana do fado’”, disse à Lusa Pedro Almeida, da Associação Portuguesa Amigos do Fado, acrescentando que “impregna sempre uma interpretação sentida a cada fado que canta”.
Segundo o sítio do Museu do Fado, na Internet, “em todos os momentos de atuação, Cidália Moreira revela-se uma artista singular, com um estilo de interpretação único, pautado pela garra que sempre a caracterizou”.
A fadista atuou com assinalável êxito, durante quatro anos, no Brasil, tendo-se apresentado também em França, Espanha, Alemanha, África do Sul, Venezuela, Estados Unidos e Canadá.
“Nos palcos das principais cidades de todo o mundo, estabelece um forte elo comunicativo com as comunidades portuguesas aí residentes”, afirma o Museu do Fado.
Nos palcos do Parque Mayer, em Lisboa, é “atração nacional” em revistas como “Até parece mentira”, “Cá vamos cantando e rindo”, “Ora bolas p'ró pagode” e “Força, força camarada Zé”.
“Odisseia no Parque 2005? foi a sua última revista, no Teatro Maria Vitória do Parque Mayer, em que interpretou “Mulher guitarra”.
A fadista recriou, com êxito, temas como “Balada para uma velhinha”, do repertório de Carlos do Carmo, e “O meu primeiro amor”, uma criação de Maria Pereira.
“Nunca se afastando dos grandes palcos e numa constante procura de renovação artística, em 11 de novembro de 2006, Cidália Moreira juntou-se ao elenco do espetáculo de fado e flamengo ‘Tablao do Fado’, da Companhia de Dança Amalgama. Nesta iniciativa única, exalta-se toda a emoção das duas artes que se fundem num cenário intimista”, afirma o Museu.
Em 2008, no âmbito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, e no decorrer de uma iniciativa da Câmara de Vila Real de Santo António, a Semana Intercultural do Projeto Escolhas Vivas, a fadista apresentou-se com um grupo de flamenco

Foto: digitalblue.sapo.pt/FMS

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