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Carlos do Carmo - Ao Vivo no CCB - Infront.JPG

 

Carlos do Carmo, de 78 anos, abre na quinta-feira, às 19:00, o ciclo “Conversas de Museu”, no Museu do Fado, a Alfama, em Lisboa, divulgou a instituição, que está a celebrar 20 anos de existência.

Carlos do Carmo, com mais de 50 anos de percurso, distinguido com um Grammy Latino Carreira, tem colaborado regularmente com o Museu do Fado, onde participou, em 1999, também numa conversa, num projeto da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, “Oficina de Fados”, e apresentou o álbum “À Noite”, em 2007, entre outros eventos.

Segundo comunicado do Museu, este é “um ciclo de conversas, em registo intimista, com artistas de diferentes estilos e gerações”, sem moderador.

“Serão autênticos fados falados, cruzando perspetivas sobre a história do fado, seus repertórios poéticos e musicais, suas viagens dentro e fora de portas. São as ideias das nossas ‘Peças de Museu’, em registo informal e sem moderação, onde o Fado pode acontecer”, segundo a mesma fonte.

Os próximos protagonistas são o fadista Marco Rodrigues e o cantor e compositor Paulo de Carvalho, no dia 15 de março, o guitarrista José Manuel Neto, no dia 22, e o fadista Camané, no dia 29. Marco Rodrigues e Paulo de Carvalho regressam no dia 05 de abril; no dia 12, é a vez da poeta e fadista Aldina Duarte, no dia 19, da poetisa Manuela de Freitas e no dia 26, do fadista Ricardo Ribeiro.

Noutro equipamento da EGEAC, a Casa Fernando Pessoa recebe o músico argentino Daniel Schevtz também na quinta-feira, às 19:00, no âmbito do ciclo “O piano no meio da sala”, inaugurado no passado dia 18 de janeiro pelo pianista João Paulo Esteves da Silva.

Sobre o recital, Daniel Schvetz afirmou: “Ouviremos música que já existe, e música que ainda não”, o que, segundo a CFP, aponta para “o mesmo campo de onde se partiu com João Paulo Esteves da Silva: haverá improviso”.

“Estes concertos também se fazem de alinhamentos inesperados, já que, com o piano no meio da sala, são também conversas com o público que intervém. O caminho para onde nos leva este encontro de proximidade entre quem toca e quem ouve é imprevisível”, refere a CFP.

Daniel Schvetz estudou piano e composição no Conservatório Nacional de Buenos Aires López Bouchard, composição no Conservatório Beethoven, em S. Paulo, no Brasil, e música electroacústica na Universidade Ricardo Rojas, na capital argentina.

O músico foi discípulo em piano de Roberto Brando, Moises Makaroff e de M. R. Oubiña de Castro. Schvetz participou em projetos jazzísticos e de improvisação, de inspiração folclórica como “Luna”, “Canto Entero”, de tango, como “El Borde”, “Duo Naka-Schvetz”, e em vários projetos de música contemporânea como “Ophris”, com César Viana, e nos ensembles “Septeto Daniel Schvetz” e em “Moderato Tangabile”, com o tubista Sérgio Carolino, entre outros.

Foto: DR

 

 

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