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O Museu de Lisboa – Santo António realiza várias atividades nos próximos dias 14 e 15 para celebrar o 827.º aniversário de Fernando de Bulhões, que na vida religiosa tomou o nome de António, com o qual foi canonizado, em 1232, um ano após a sua morte.

Do programa celebrativo, com entrada gratuita, consta a exibição do filme “A Canção de Lisboa” (1933), de José Cottinelli Telmo, com Beatriz Costa, António Silva e Vasco Santana, entre outros, no dia 14 às 21:30, no Largo de Stº. António, fronteiro à basílica erguida em honra do Santo, e um concerto de Camané, no dia 15.

No dia 14 antecipando a exibição de “A Canção de Lisboa”, realiza-se às 18:30, uma visita guiada à exposição "Nos Passos de Santo António – Uma Viagem de Cadilhe", patente no museu instalado ao lado da basílica.

No dia 15, feriado nacional, às 11:30, realiza-se a atividade "As Viagens de Santo António", às 15:00 uma visita guiada ao museu dedicado ao culto a Santo António, e às 17:00, uma outra visita guiada à exposição "A Procissão de Santo António em Lisboa", patente na galeria municipal, no largo de São Julião, que inclui exibição de reportagens televisivas, notícias de jornais e uma instalação de figurado de barro de Estremoz.

A fechar as comemorações, às 21:30, realiza-se um concerto pelo fadista Camané, na Basílica de Santo António e para o qual "é necessário antecipadamente levantar o respetivo ingresso, para garantir lugar sentados a todos”, segundo informou o Museu de Lisboa.

Camané, recentemente distinguido com o Prémio Manuel Simões para o Melhor Álbum de Fado/2017, vai ser acompanhado pelos músicos José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Proença, na viola, e Paulo Paz, no contrabaixo.

O júri do Prémio, em ata, afirmou que “ponderou a mestria interpretativa do fadista que resgatou cuidadosamente um dos repertórios emblemáticos do fado, de um dos seus mais carismáticos intérpretes, Alfredo Marceneiro, sem se deixar confundir ou seguir o modelo, mas antes recriando, propondo o seu próprio registo. Uma interpretação iluminada de um dos repertórios matriciais do fado, numa equação excelente com o acompanhamento instrumental”.

“O álbum evidencia a faceta artesanal e de afetos, património indissociável do fado, que Camané, figura absolutamente maior do panorama fadista, o faz de uma forma natural, sem artifícios nem recursos exógenos, antes na suprema simplicidade fadista, da qual é mestre”, afirmou o júri, rematando: “A sua interpretação – que se evidencia na recriação do repertório de Marceneiro – é plena; nela encontramos todas as notas musicais, a emoção, a capacidade de encontrar a musicalidade das palavras e imprimir-lhes um cunho próprio, sem exageros, de uma forma contida, autêntica e inteira”.

 Foto: Reinaldo Rodrigues

 

 

 

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