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No Museu do Fado está patente uma exposição sobre Maria Teresa de Noronha, no âmbito do Centenário do seu nascimento, e que conta com uma peça do espólio da Fundação Manuel Simões. Trata-se de um busto em bronze encomendado por Manuel Simões ao escultor Fernandes Marques (1934-2014), com vasta obra pública. Em Leiria, sua cidade natal, é autor da estátua a  Luís de Camões, no jardim, do Monumento ao Emigrante, das estátuas ao Rei D. Dinis e a S. Francisco de Assis, no jardim da igreja do Convento da Portela, do Monumento aos Combatentes, na avenida 25 de Abril, na base do castelo, e de um baixo-relevo no edifício da PSP, entre outras peças, nas vizinhas localidades de Cortes e Abadia, é autor do busto de João Lopes Soares, ods  vitrais da Igreja da Senhora da Gaiola, e da nova imagem de Nossa Senhora do Monte, bem como de um relevo e um vitral na residência de José Bento, de um painel de azulejos no chafariz das Cortes e um outro para a Farmácia Castela.

Em Ourém, Fernando Marques é o autor do Monumento ao Povo e da estátua de D. Nuno Álvares Pereira , junto do castelo, aliás também em Tomar, assina a estátua a D. Nuno Álvares Pereira. Na fregeusia de Caranguejeira Fernando Marques é autor de um baixo-relevo no Centro Cultural. A sua obra encontra-se ainda na Mata dos Milagres, em Peniche, Santarém, em Peras Ruivas, no concelho de Ourém, onde é também autor de uma estação da Via Sacra na na Cova da Iria, e, na rotunda sul, do Monumento aos Pastorinhos.

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Fernando Marques desenvolveu talento com a pintura a óleo e na aguarelas, mas foi na escultura, onde alcançou maior notoriedade.

Em 1982 realizou a sua primeira exposição individual em Leiria, na Galeria Capitel.Em, 1994 tinha exposto em Cortes, em parceria com o seu filho, Francisco. A sua última exposição, já retrospectiva, foi na galeria da Biblioteca Afonso Lopes Vieira, em Leiria, em maio de 2016.
O jornal de Cortes, no seu obituário, afirma que Fernando Marques padecia “de doença complicada há uns anos, o que muito o fragilizou, mas nunca desistiu e trabalhou sempre, sem parar, deixando todas as obras prontas”.

Ficou “a memória de um homem amável, generoso, criativo, lutador e, sobretudo, de um artista cuja obra o evocará de forma imorredoura”, concluiu o jornal.

Fotos: NACAL

 

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