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Alberto Villar

com Francisco Braz em "Auto da Barca do Inferno", no Teatro Municipal Maria Matos.

 

Alberto Villar é o convidado do ciclo “Uma Conversa & Um Rosto!...”, em Leiria, na próxima segunda-feira, dia 04 de junho, às 15:30, numa iniciativa da associação cultural SempreAudaz.

Natural de Leiria, Alberto Villar iniciou-se no teatro com o dramaturgo e encenador Miguel Franco (1918-1988), e estreou-se, profissionalmente, na companhia de Rafael de Oliveira. Desde então, colaborou com empresários e encenadores como Vasco Morgado, Amélia Rey-Colaço e Robles Monteiro, Francisco Ribeiro, Carlos Avilez, Filipe La Féria, entre outros. Villar protagonizou, com Alina Vaz, a estreia em Portugal de “Love Letters”, de A. R. Gurni, numa encenação de Celso Cleto,

Alberto Villar pertenceu ao elenco residente do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, que o homenageou em 2015, e onde também exerceu funções como delegado da direção, diretor de produção e diretor de cena.

Na televisão, estreou-se em 1963 na peça “O Alfageme de Santarém”, de Almeida Garrett, numa realização de Nuno Fradique, tendo participado desde então em séries como “As Novas Aventuras de Pasquale”, “O Processo dos Távoras”, “Memórias de Bocage”, “A Minha Sogra é Uma Bruxa”, “Liberdade 21” e “Pai à Força”, entre outras.

Em 2016 protagonizou, com Carlos Quintas, a peça “Faz-te ao Largo”, de Carlos Cabral, com encenação de Ruy de Matos, estreada no Teatro Armando Cortez, em Lisboa.

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Villar estreou-se como amador na cidade de Leiria, no Grupo Miguel Joaquim Leitão. Profissionalmente estreiou-se na companhia Rafael de Oliveira com a qual percorreu o país em sucessivas digressões. A sua carreira, aliás, é fortemente marcada por várias digressões tanto em Portugal, como no estrangeiro, nas distintas companhias a que pertenceu, nomeadamente na de Amélia Rey Colaço/Robles Monteiro, Metrul, onde foi também encenador, na de Francisco Ribeiro, no Teatro de Todos os Tempos e na Companhia Independente de Teatro. Participou em várias peças para rádio e televisão.

No Nacional D. Maria II desde a sua reabertura, participou em várias peças designadamente “Auto da Geração Humana”, “O Judeu”, “Pedro, o Cru”, “Auto de Santo António”, “As Fúrias”, “Ricardo II”, “Felizmente há Luar” , “As Alegres Comadres de Windsor” ou “Os Filhos do Sol”. Neste teatro exerceu foi diretor de cena, funções que exerceu, posteriormente, na peça “A Casa do Lago”, entre outras, nas Produções La Feria.

Como bolseiro do Ministério da Cultura frequentou, em 1982, um curso de encenação e “régie” no Teatro Nacional de Chaillot sob a orientação de Antoine Vittez.

Foto: ACAE/FMS

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