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Ana Moura, Ricardo Ribeiro e José Manuel Neto fazem parte do cartaz do Festival de Fado de Cascais, que se realiza no Parque Palmela, naquela vila, de 19 a 21 de julho.

A fadista Cuca Roseta e o guitarrista José Manuel Neto, que em 2016 editou o primeiro álbum em nome próprio, “Tons de Lisboa”, abrem, no dia 19 de julho, a segunda edição do Montepio Fado Cascais.

José Manuel Neto, que recebeu em 2008 o Prémio Amália para o Melhor Instrumentista, partilha o palco cascalense com Marino de Freitas, na viola baixo, Carlos Manuel Proença, na viola, Pedro Santos, no acordeão, Ricardo Neto, no contrabaixo, e André Silva, na percussão.

Quando da apresentação do seu álbum, editado pelo Museu do Fado, José Manuel Neto, de 48 anos, que começou a tocar guitarra portuguesa há 30 anos, afirmou à agência Lusa que o CD “conta uma história de vida e reflete influências” musicais.

Cuca Roseta, que recentemente editou o álbum “Luz”, e desde janeiro efetuou já 80 concertos, é acompanhada pelos músicos Pedro Viana, na guitarra portuguesa, Diogo Clemente, na viola, Frederico Gato, na viola baixo, André Silva, na percussão, e Ruben Alves, nas teclas e acordeão, segundo nota da organização.

No dia seguinte atuam Diana Vilarinho, que este mês atuou na Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma, e Ricardo Ribeiro, por duas vezes distinguido com o Prémio Amália - Revelação, em 2005, e Melhor Fadista, em 2011.

Diana Vilarinho começou por estudar canto e dança, em alternativa ao karaté que preferia, como contou à Lusa.

“O fado foi-me apresentado aos nove anos, e hoje é uma clara opção de vida”, disse Diana Vilarinho, que está a preparar aquele que será o seu “verdadeiro álbum de estreia”, a editar no próximo ano.

Na área do fado, reconhecendo que admira vários intérpretes, na atualidade, a sua escolha é clara: “Sou muito fã de Ricardo Ribeiro, pelo artista e pela pessoa que é”.

Ricardo Ribeiro, que conta editar um novo álbum em 2019, estreou-se este ano em palcos iranianos, e tem atuado com regularidade além-fronteiras. Do seu repertório fazem parte êxitos como “Porta do Coração”, “Malhas do Amor” ou “Fadinho Alentejano”.

Os dois fadistas vão ser acompanhados pelo trio de cordas constituído por José Manuel Neto, Carlos Manuel Proença e Francisco Gaspar.

O último dia do festival é protagonizado por Carlos Leitão, que este ano realizou uma digressão, com Sandra Correia, por onze salas austríacas, e Ana Moura, fadista distinguida com o Prémio Amália Melhor Intérprete, em 2014.

Carlos Leitão, que editou há cerca de um ano e meio o álbum “Sala de Estar”, vai partilhar o palco com Henrique Leitão, na guitarra portuguesa, Luís Pontes, na viola, e Carlos Menezes, na viola baixo.

Criadora de êxitos como “Os Búzios”, “Caso arrumado”, “Dia de Folga”, entre outros, Ana Moura, que encerra o certame, vai ser acompanhada por Ângelo Freire, na guitarra portuguesa, Pedro Soares, na viola, André Moreira, na viola baixo, João Gomes, no teclado, e Mário Costa, na bateria e percussão.

Segundo a organização, no ano passado assistiram aos espetáculos no Parque Palmela, em Cascais, 3.000 pessoas, mais mil outras, contabilizando-se os participantes nos eventos realizados no âmbito do certame no centro histórico da vila.

 

 

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