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Joel Pina, que foi viola baixo, entre outros, de Amália Rodrigues, protagoniza na próxima terça-feira, às 19:00, no Museu do Fado, “Conversas de Museu”, um ciclo moderado pelo jornalista Nuno Pacheco.

Joel Pina, que completa 99 anos no domingo, é “um nome indissociável da história do fado, seja pela contribuição que deu na integração da viola baixo no conjunto de instrumentos de acompanhamento do fado, seja pela qualidade interpretativa que o destaca no universo musical”, afirma o Museu do Fado. Natural de Rosmaninhal, no concelho de Idanha-a-Nova, Joel Pina, nome profissional de João Manuel Pina, profissionalizou-se em 1949, quando o músico Martinho d’Assunção o convidou a fazer parte do seu Quarteto Típico de Guitarras.

Joel Pina acompanhou, ao longo da carreira, alguns dos nomes cimeiros da música portuguesa, de Amália a Camané, passando por Tony de Matos, Fernando Farinha, Tristão da Silva, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Teresa Tarouca, Carlos do Carmo e Ricardo Ribeiro, entre outros.

O músico fez parte do Conjunto de Guitarras de Raul Nery, foi várias vezes distinguido, nomeadamente com a Medalha de Mérito Cultural, em 1992, e, em 2014, a RTP realizou um documentário sobre a sua carreira, “Joel Pina: O Professor”.

 

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Mariza em digressão europeia

por FMSimoes, em 15.02.19

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Mariza apresenta o seu mais recente álbum, apontado pela revista Songlines como um dos dez melhores de 2018, numa digressão, a realizar até abril, por 14 palcos de seis países europeus, e pelos coliseus de Lisboa e do PortoNesta digressão de 19 concertos, que abre no espaço De Roma, em Antuérpia, na Bélgica, no próximo dia 22, Mariza é acompanhada pelos músicos José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Pedro Jóia, na viola, Yami Aloelela, na viola baixo, Hugo Marques 'Vicky', na bateria, e João Frade, no acordeão.

Depois de Antuérpia, Mariza ruma à Holanda, onde atua no dia 23, no De Doelen, em Roterdão, palco onde já se apresentou, e no dia seguinte canta no TivoliVredenburg, em Utreque. Continuando por terras neerlandesas, a criadora de “Quem Me Dera” atua no dia 26, no Parkstad Limburg Theaters, em Heerlen, e no dia 27 no Muziekgebouw, em Eindhoven.

“Quem me Dera”, de autoria de Matias Damásio, “contabiliza mais de 15 milhões de visualizações na rede social ‘YouTube’”, segundo nota da sua discográfica.

Da Holanda, Mariza segue para a Roménia onde canta no dia 06 de março, em Bucareste, na Sala Palatului. No dia seguinte sobe ao palco da Sala Pleyel, em Paris.

Ainda em março, a criadora de “Caravelas” (Florbela Espanca/Tiago Machado) tem quatro concertos em Portugal: no dia 14, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e nos dias 17, 18 e 19, no Coliseu do Porto.

Nos dias 23 e 24 de março, Mariza canta na Filarmónica do Luxemburgo, seguindo para a Alemanha onde tem previsto seis concertos.

A atuação por terras germânicas começa no dia 25 de março, em Bielefeld, no Oetkerhalle, e termina no dia 01 de abril, na Konzerthaus, em Berlim. Mariza tem ainda agendados espetáculos em Reutlingen, na Stadthalle, no dia 27, no dia seguinte no Tonhalle, em Dusseldorf, no dia 30 na NDR Großer Sendesaal, em Hannover, e no dia 31, na Haus Auensee, em Leipzig.

A criadora de “Ó Gente da Minha Terra” (Amália Rodrigues/Tiago Machado) tem atuado regularmente na Alemanha, onde recebeu, em 2003, o Prémio da Crítica (Deutscheschalplatten Kritik).

Nesta digressão, Mariza apresenta o álbum homónimo, que foi produzido pelo músico espanhol Javier Limón, este seu sétimo álbum de estúdio esteve nomeado, no ano passado, para os Grammy Latinos, na categoria de “Best Portuguese Language Roots Album”.

O álbum conta com composições de Jorge Fernando, Mário Pacheco, Matias Damásio, Heber Marques e Carolina Deslandes, entre outros, e pela primeira vez a intérprete assina uma letra, “Oração”, que Tiago Machado musicou. Mariza recria igualmente, do repertório fadista, “Trigueirinha”, “Fado Errado” e “É Mentira”.

Mariza foi distinguida, no ano passado, com o Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura, e em novembro de 2017 como Mestre da Música Mediterrânica, pela Universidade de Berklee, em Boston, nos Estados Unidos.

A cantora nasceu em 1973, na então Lourenço Marques, atual Maputo, e estreou-se discograficamente em 2001, com "Fado em Mim", produzido por Jorge Fernando, no qual, entre outros inéditos, como “Ó Gente da Minha Terra” (Amália Rodrigues/Tiago Machado), resgatou do repertório fadista "Loucura", "Maria Lisboa" e "Há Festa na Mouraria".

Foto: Luca Quadrio

 

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