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O pianista brasileiro José Eduardo Martins, o cantor Henrique Janeiro e um ‘quiz’ musical dedicado ao Festival da Eurovisão constituem o cartaz da Noite dos Museus, no Museu Nacional da Música, em Lisboa, no próximo dia 19.

O Museu Nacional da Música, na estação de metropolitano do Alto dos Moinhos, em Lisboa, vai estar de portas abertas no dia 19 partir das 18:00 até depois das 24:00.

Um recital de piano de homenagem a Claude Debussy (1862-1918), por José Eduardo Martins, às 18:00, abre a programação, assinalando o centenário da morte do compositor, antecedido por uma introdução pelo pianista, contextualizando a obra do compositor francês, autor da ópera “Pelléas et Mélisande”.

José Eduardo Martins nasceu em 1938 na cidade de São Paulo, no Brasil, onde estudou com o professor russo José Kliass, tendo seguido para Paris, onde trabalhou com Marguerite Long e Jean Doyen.

O pianista já realizou as integrais de piano de Debussy, Jean-Philippe Rameau, Modest Moussorgsky e Francisco de Lacerda.

José Eduardo Martins é ‘doutor honoris causa’ pela Universidade Constantin Brancusi, da Roménia, e membro honorário da Academia Brasileira de Música. Em 2004 foi condecorado pelo Governo brasileiro com a Ordem do Rio Branco, e em 2011, com a comenda da Ordem da Coroa, pelo Rei dos belgas, Alberto II.

Às 21:30, o Museu da Música recebe Henrique Janeiro, músico escolhido por Salvador Sobral para concorrer este ano ao Festival da Canção, onde apresentou a canção “Sem Título”, que se classificou em 4.º lugar na final.

Henrique Janeiro nasceu há 23 anos em Coimbra e estudou Musicologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. O músico gravou com Salvador Sobral o tema “Tereza e Tomás”, que faz parte do alinhamento do EP que Janeiro editou em 2015, e, atualmente, prepara o seu álbum de estreia, que sairá ainda este ano.

A Noite dos Museus termina no Alto dos Moinhos com um “Quiz Musical - Especial Festival Eurovisão”. “No ano em que se realiza pela primeira vez em Portugal o Festival da Eurovisão, o Museu Nacional da Música propõe um convívio de amigos, testando os conhecimentos musicais, sobre o festival que existe desde 1956”, e no qual Portugal participa desde 1964, com apenas quatro ausências, nas edições de 1970, 2000, 2002 e 2013.

 Foto: DR

 

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Jorge Fernando afirma que o seu próximo álbum, “De Mim Para Mim”, editado este mês, é “marcadamente biográfico", e anda à volta de pensamentos seus, que tentou expor em “canções simples”.

É [um disco] bastante biográfico, que anda à volta de pensamentos meus, e trazer algumas histórias que têm a ver comigo, e que tentei expor em canções simples, para que as pessoas as possam também cantar comigo", disse o músico em entrevista à agência Lusa.

O álbum é constituído por 12 canções, entre as quais “Umbadá”, à qual se referiu como o seu “segundo batismo”, num alinhamento em que o fado, género musical em que o músico mais tem trabalhado, está ausente, o que foi “de certo modo intencional”.

“No país do fado, na terra do fado, o fado não tem futuro, neste momento. Nós podemos fazer um disco muitíssimo bonito, bem cantado, com letras fantásticas, mas as rádios não estão muito predispostas a passar esse tipo de fado, mas que vai resistir e que voltará novamente o seu tempo”, afirmou o músico, com mais de 40 anos de carreira, autor de temas como “Os Búzios” e “Boa Noite Solidão”, entre outros.

O músico reconheceu a sua “quota parte de culpa” no que se passa no panorama do fado, com a introdução de outros instrumentos, como a bateria. Lembrou os dois álbuns que editou com a Brigada Victor Jara, em 1996, com Quiné, na percussão, e André Sousa Machado, na bateria. Mas realçou que os ritmos que criou então, “eram ritmos portugueses”.

Referindo-se ao novo álbum, o músico disse que “tem ritmos que são atuais, usados em tudo”, reconhecendo uma certa “estandartização, pois de contrário não se é ouvido, pois quem ouve está já ‘viciado’ neste som”.

O álbum, com produção e arranjos musicais de Jorge Fernando e José António Pedro, conta com as participações de António Zambujo, no tema “Sr. Doutor”, Agir, em “Lobisomen”, Dini D’Santiago, em vários temas, como o de abertura, “Bola P’rá Frente”, e Jorge Nunes, entre outros, em “Menino Triste”.

O convite a novos criadores “é um certo testemunho”, isto é, explicou: “Sinto-me, às vezes, como uma ponte, com todos os ensinamentos que colhi, estou numa fase intermédia, apanhei o final do período brilhante da música portuguesa, aprendi com grandes nomes – Amália, Tristão da Silva, Fernando Maurício, Tony de Matos, entre outros, sem esquecer o Fausto – e, entretanto, apanho o começo desta [nova] geração brilhante de músicos portugueses”.

Jorge Fernando assina a letra e música da maioria das canções, com exceções como “O Pobre”, que assina com Fábia Rebordão e Guilherme Banza, e “Traço”, uma coautoria com Guilherme Banza.

A comemorar 40 anos de carreira, Jorge Fernando citou Celeste Rodrigues, de 95 anos, que lhe afirmou que ele continua na música “apenas por amor à música, e não para ser ‘famoso’, mas sim à procura” daquilo que o “apaixona”.

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