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DHSCH.jpgO duplo CD do DSCH - Schostakovich Ensemble, com a integral de Música de Câmara com Piano, de Dimitri Schostakovich (1906-1975), editado no ano passado, recebeu cinco “diapasons” pela crítica da revista francesa, na edição de maio.
A crítica, assinada por Patrick Szersnovicz, abre afirmando que o DSCH – Schostakovich Ensemble, liderado pelo pianista Filipe Pinto-Ribeiro, “reúne excelentes músicos, incluindo o violinista canadiano Corey Cerovsek e, não menos notáveis, a violista Isabel Charisius e o violoncelista Adrian Brendel, filho de Alfred”, e realça a qualidade de “primeira ordem” da música de câmara com piano do compositor russo.
Sobre a interpretações das diferentes peças, Szersnovicz refere a Sonata para Violino e Piano, afirmando que “Cerovsek e o mesmo Pinto-Ribeiro buscam humanizar o propósito da Sonata, partitura misteriosa, errática e quase ‘abstrata’”.
“A sua concentração intensa e subtil parece excluir contrastes demasiado impulsivos que outros deixam transparecer da escrita”, lê-se.
Sobre a Sonata para Viola d'Arco e Piano, afirma o crítico da revista Diapason, que “respira, com Isabel Charisius, numa espécie de êxtase crepuscular. O percurso camerístico fecha-se então sobre esta partitura monumental e intimidante, sob a sua aparência de intensidade serena”.

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PateradeTitulcia_MNA.jpg

 

Uma peça com cerca de 2.500 anos, proveniente de um povoado pré-romano em Espanha, é apresentada, pela primeira vez, fora daquele país no Museu Nacional de Arqueologia (MNA), em Lisboa.

Trata-se da Pátera de Titúlcia, um prato cerimonial datado entre a segunda metade do século IV e o século III antes de Cristo, proveniente do povoado pré-romano de Carpetano de Titúlcia, município na província e comunidade autónoma de Madrid, que faz parte do espólio do Museu Arqueológico Regional da Comunidade de Madrid, em Alcalá de Henares, a cerca de 35 quilómetros da capital espanhola.

A Pátera de Titúlcia é “uma das mais extraordinárias peças da proto-história da Península Ibérica”, que veio à luz do dia durante as escavações, em 2009, “numa área que pode ser interpretada como um santuário, tendo sido aí ocultada, presumivelmente entre 147–139 aantes de Cristo, antes da destruição do edifício”, segundo nota do MNA, divulgda pela impresa.

A dimensão e a forma desta peça, que permite ser usada apenas com uma mão, leva a supor que se “destinava a libações em rituais cerimoniais de grande significado social e simbólico”, referindo que “banquetes e bebidas alcoólicas restritas às elites configuram um sinal de distinção e estatuto social elevado”.

A taça com a representação de “um animal fantástico, um ser híbrido, leão/lobo, ornamentado com serpentes, vem confirmar a grande influência cultural do Oriente, comprovada pela introdução de uma iconografia plenamente assumida pelo mundo indígena peninsular”, está patente, até 29 de setembro, na Sala dos Tesouros da Arqueologia Portuguesa, no MNA, localizado na ala poente do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

O MNA esclarece que os seres híbridos são comuns na mitologia grega antiga e abundam as representações de leões como animais míticos de raiz plenamente orientalizante, “que começará a ser substituída pela do lobo, mais representativa da nova ordem social que se instala a partir do século IV e III antes de Cristo, quando se inicia a progressiva substituição das monarquias hereditárias sagradas, de caráter familiar e clientelar, pelas novas aristocracias guerreiras”.

O museu espanhol, por seu turno, tem patente a exposição “Un brindis por el príncipe”, que inclui 20 peças do MNA, entre elas, nove classificadas como “tesouro nacional”.

 

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