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Rodrigo Leão, a celebrar 25 anos de carreira, acrescentou duas datas extras às apresentações, em novembro, nos coliseus do Porto e de Lisboa, do espetáculo “O Aniversário”.

No Coliseu do Porto, a nova data é 07 de novembro, um dia antes da já anunciada, 08 de novembro, e no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, dá um concerto às 18:00, no dia 10, para o qual já estava previsto um concerto às 21:30. A outra data de Lisboa é o dia 09 de novembro.

Segundo a promotora, estas datas extras devem-se à "grande procura do público, que praticamente já esgotou as datas anunciadas”.

“O Aniversário”, o concerto, é uma produção “dirigida ao grande público, que percorrerá todo o repertório", tal como no álbum, "contando com uma formação alargada a dez músicos, que inclui baixo e bateria”, e apresentará, pela primeira vez juntas, em palco, as cantoras Ana Vieira e Selma Uamusse, que regularmente têm gravado com o compositor", disse à agência Lusa Rodrigo Leão.

“Sinto-me como há 25 anos, a tentar procurar melodias, harmonias, às vezes com grande sofrimento, pois nem sempre aparece a inspiração”, afirmou o compositor, quando do anúncio dos espetáculos, referindo também o “importante trabalho” da equipa de produção e dos músicos com quem trabalha - os músicos de quem se sente mais perto -, e dos amigos, que “são muito importantes para o trabalho final”.

 

Rodrigo Leão - Os Portugueses - Capa.jpg

 

O músico disse à Lusa que tudo o influencia, “as viagens, as idas à Ericeira ou ao Alentejo, mas não há a intencionalidade dessa busca” identitária, cita o DN. “Trabalho de uma forma intuitiva. Às vezes, melodias que me surgem, gravo-as no telemóvel, antes de as trabalhar, só porque me surgiram naquele momento”, disse.

Rodrigo Leão prepara um novo álbum, que estava previsto sair ainda este ano, mas, dada a agenda muito preenchida de concertos e gravações, só sairá em 2019.

Sobre este próximo trabalho, apenas adiantou que há certos temas para os quais imagina “umas vozes sem letra, uma coisa mais de ambiente”, talvez para "um coro de 50 vozes de crianças”.

“De há oito meses para cá, tenho já 30 ou 40 ideias, umas mais trabalhadas, outras menos, e algumas estamos a tocar num dos projetos, que se chama ‘O Ensaio’”, rematou.

Foto: Augusto Brázio

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Revista Egoísta - Fronteira.jpg

 

“Fronteira” é o tema do novo número da revista Egoísta, que “aposta num design inovador, com a capa a piscar o olho a Michelangelo”, revelou à agência Lusa a sua editora, Patrícia Reis, cita o portal Sapo24.

A celebrar 18 anos de existência, tendo já acumulado 86 galardões, nacionais e estrangeiros, este 65.º número “reflete sobre a atualidade e o imaginário: o que mantemos dentro do nosso território afetivo, geográfico, social, e o que nos atrevemos a conhecer do território do Outro”, explicou Patrícia Reis.

O diretor da revista, Mário Assis Ferreira, assina o editorial, intitulado “Fronteiras - Os Muros do Medo”, no qual refere que “uma nova ordem mundial” emergiu, em 1945, “das cinzas da II Guerra Mundial, conferindo às potências vencedoras o poder e a discricionariedade de encaixilhar o mundo – designadamente o Médio e Extremo Oriente – em cubículos geoestratégicos”.

“Assim nasceram novos conceitos de fronteiras: as traçadas com régua e esquadro, não raro à revelia dos povos que a elas ficaram circunscritos – e de outros que lhes eram exógenos…”, escreve Assis Ferreira.

Sobre a Europa, Mário Assis Ferreira sublinha que “União é pseudónimo, face à crise migratória como se, subitamente, as suas fronteiras se houvessem radicalizado: ou são membranas porosas ao trânsito migratório, ou são muros inacessíveis aos valores da dignidade humana”.

“No seu seio, coexistem países como Itália, Hungria, República Checa, Polónia, onde já não habitam cidadãos do mundo: ou são nacionais autóctones, ou imigrantes proscritos que a todo o custo importa repelir. Quer sejam os que migram para fugir, quer os que migram para buscar…”.

“Nessa deriva idiossincrática, são países esquecidos de que a migração não é o transbordamento de uma população que sobra, mas a fuga de uma população que sofre; indiferentes aos farrapos de sobrevivência dos que transpõem o Mediterrâneo e que se mudam de céu, não mudam de dignidade humana; alheios à destrinça entre refugiados políticos e aos que apenas fogem de condições sub-humanas em que a morte se avizinha”, prossegue o diretor da Egoísta, publicação do grupo Estoril-Sol.

“Tudo isso é indiferente aos surtos populistas, às demagogias extremistas, aos ‘pseudonacionalismos’ que proliferam na Europa! São pregões arrebatadores sobre o risco da infiltração de terroristas, sobre a usurpação de empregos, sobre o perigo do multiculturalismo, sobre a perda de identidade étnica, sobre a miscigenação dos valores nacionais…”, escreve Assis Ferreira, lamentando que a xenofobia se vai "alastrando, conquistando votos”, o que “não deixará de ter consequências, muito próximas, no xadrez político europeu”, alerta.

Angelina Jolie, Augusto Brázio, Marta Chaves, Maria Manuel Viana, Jaime Rocha, Maria do Rosário Pedreira, Luísa Costa Gomes, Bárbara Assis Pacheco são alguns dos colaboradores deste número da revista.

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