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Museus do Traje e do Teatro 178.JPG

Manto da Rainha D. Amélia,

quando temporariamente esteve exposto no Museu Nacional do Traje.

 

A Fundação Versailles vai pagar a totalidade do restauro do manto da Rainha D. Amélia, exposto no antigo edifício do Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, divulgou a imprensa.

Isabel Raposo de Magalhães, da direção do Grupo de Amigos do Museu Nacional dos Coches (GAMNAC), revelou que o valor total do restauro é de 6.000 euros, e foi já entregue pela Fundação Versailles.

O donativo foi realizado no âmbito de uma campanha pública de angariação de fundos para o restauro do manto, lançada no início deste ano.

Isabel Raposo de Magalhães explicou à Lusa que o afilhado da Rainha D. Amélia, D. Duarte Pio de Bragança, "empenhou-se pessoalmente na campanha de mecenato promovida em prol do restauro do manto da rainha", tendo conseguido o apoio da Fundação Versailles, com sede em Nova Iorque, e presidida por Barbara de Portago.

De acordo com a diretora do Museu Nacional dos Coches, Silvana Bessone, existe a intenção de requalificar uma sala do Picadeiro Real, que albergou o Museu, para expor o manto, depois de restaurado, bem como outras peças.

O objetivo é criar um núcleo dedicado à Rainha D. Amélia (1865-1951), que foi mulher do Rei D. Carlos, e a quem se deve a preservação da coleção e a criação do atual Museu Nacional dos Coches.

Por outro lado, a direção do GAMNAC pretende destinar a totalidade do dinheiro entretanto angariado na campanha, de muitos doadores anónimos, para o restauro do quadro a óleo da Rainha, pintado por Vítor Corcos, em 1905, que se encontra na escadaria do museu.

A campanha tinha sido lançada porque o manto - classificado como bem de interesse nacional - se encontra "muito degradado", segundo fonte da entidade.   

O manto - exposto atualmente no edifício do antigo museu, no Picadeiro Real - foi oferecido pela cidade de Paris a D. Amélia de Orleães, por ocasião do seu casamento com o Príncipe D. Carlos de Bragança - futuro Rei -, em 1886.

O GAMNAC existia desde 2015, mas nunca teve atividade nem associados, e Isabel Raposo de Magalhães, que é funcionária do museu e esteve muitos anos ligada à área da conservação e restauro, decidiu reativá-lo, contando agora com 150 associados.

Esta campanha é a primeira iniciativa do Grupo de Amigos. O manto será restaurado na oficina de conservação do Museu dos Coches, com supervisão do Instituto José de Figueiredo, por se tratar de uma peça classificada.

Sobre o valor necessário, Isabel Raposo de Magalhães explicou que "os materiais envolvidos são caros, e qualquer intervenção em têxteis é muito demorada, além de que o manto é de grandes dimensões".

De corte em veludo rosa ‘argenté’, a peça é forrada de cetim da mesma cor, constituída por nove tiras de veludo unidas entre si longitudinalmente, de modo a formarem pequenas abas na extremidade superior e um leve estrangulamento a meia altura.

Um delicado bordado contorna a peça, desenhando uma cercadura fitomórfica onde pontuam rosas, folhagem diversa e fino reticulado a ponto de fundo, segundo a descrição da peça no inventário do museu.

 Foto: DR

 

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Festival de Fado Santa Casa Alfama vai acontecer em finais de setembro no bairro lisboeta que lhe dá nome, com 12 palcos e mais de 40 concertos, sucedendo ao Caixa Alfama.

O Santa Casa Alfama realiza-se nos dias 28 e 29 de setembro e conta, entre as novidades, com um palco no recém-inaugurado terminal de cruzeiros de Santa Apolónia e com a adesão de dez restaurantes que apresentarão uma ementa especial, segundo a organização.

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), que tinha já apoiado os anteriores certames, decidiu fazê-lo de uma “forma mais intensa”, associando o seu nome ao festival, pelo facto de este “estar cada vez mais impregnado na vida da cidade e pela revelação de novos talentos”, justificou o seu provedor, Edmundo Martinho, em declarações à agência Lusa, cita o Sapo24.

“Desta forma, a Santa Casa está também a cumprir a sua missão”, sublinhou o responsável, adiantando que o investimento feito pela SCML é de cerca de 200.000 euros.

Edmundo Martinho disse que “esta é uma das boas causas da Santa Casa”, cuja presença no festival, além de um palco próprio, frente ao estuário do rio Tejo, se faz sentir através da disponibilização de espaços para pessoas com mobilidade reduzida.

"Temos desde há muitos anos esta missão, que é de dar relevo a novos artistas, dar expressão aos talentos que vão emergindo, em todos os aspetos, e particularmente na música, e ainda mais no fado", disse o provedor da SCML.

O festival, exclusivamente no bairro lisboeta de Alfama, desenha-se, geograficamente, entre a Igreja de Santo Estêvão, a leste, o Centro Cultural Dr. Magalhães de Lima, a norte, a Igreja de S. Miguel, a oeste, e o terminal marítimo, a sul, e conta com a participação de Dulce Pontes, Raquel Tavares, Alexandra, Cristina Maria, e “a jovem revelação Maria Emília”, entre outros.

Entre as primeiras confirmações estão Alexandra, António Pinto Basto, Maura, Dulce Pontes, Paulo de Carvalho, Raquel Tavares e Maria Emília, no palco principal, o Santa Casa, frente ao estuário do rio Tejo.

No Museu do Fado, a festejar 20 anos de existência, estão instalados dois palcos, no espaço do restaurante, onde atuam Cristina Maria, João Chora, Teresa Tapadas e Carlos Leitão, e o instalado no largo do Chafariz de Dentro, fronteiro ao museu, onde vão tocar Ângelo Freire, Marta Pereira da Costa, Pedro Jóia e a Família Parreira, os guitarristas António, pai, que tem acompanhado nomes como Amália Rodrigues, Rodrigo, Manuel de Almeida Julieta Estrela, entre outros, e os filhos Paulo, que entre outros tem acompanhado Maria da Fé, Duarte, Katia Guerreiro, Aldina Duarte e Camané, e Ricardo, que tem acompanhado, entre outros Helder Moutinho, Mafalda Arnauth, Ana Maria, e que tem desenvolvido uma carreira como solista.

Outros palcos, com cartaz a anunciar, são o do terraço do terminal marítimo, o Amália, nas instalações da firma de advogados Abreu, o Ermelinda de Freitas, no largo das Alcaçarias, e ainda no Grupo Sportivo Adicense, nas igrejas de S. Miguel e S. Estêvão, na Sociedade Boa União, no beco das Cruzes, no Centro Cultural Dr. Magalhães de Lima, na rua do Salvador, e no largo de S. Miguel, com a iniciativa “Fado à Janela”.

 

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