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O principal prémio anual de música na Alemanha, o Echo, foi suprimido a 25 de abril, devido a um escândalo antissemita, e várias ações de solidariedade com a comunidade judaica ocorreram, após incidentes como o ataque a um homem que usava quipá, abunciaram ops meios de comunicação social.

Uma manifestação iniciada em Berlim, foi cancelada, depois de os organizadores terem sido apelidados de "terroristas" por transeuntes e de uma bandeira israelita ter sido derrubada.

Nas últimas duas semanas, o prémio mais prestigiado da indústria da música alemã viu-se envolvido numa polémica, nascida da sua atribuição a uma dupla de rappers, Kollegah e Farid Bang, na categoria de álbum de hip-hop mais vendido.

Em causa está um texto controverso evocando a 'Shoah' (termo hebraico para designar o Holocausto), em que um dos cantores se refere ao seu corpo "mais desenhado do que o dos prisioneiros de Auschwitz". Noutra música, afirmam que fariam de novo um Holocausto e utilizariam um “molotov”.

Como sinal de protesto, muitos artistas alemães e estrangeiros, incluindo o maestro argentino Daniel Barenboim, de origem judia, devolveram os prémios que timnham recebido.

Entretanto, a Federação da Indústria Alemã da Música anunciou no dia 25 de abril a abolição dos Echo, para que não sejam "uma plataforma para o antissemitismo, o desprezo pelas mulheres, a homofobia ou a banalização da violência".

Na sequência destes incidentes, a discográfoca BMG anunciou que rompeu o contrato com o grupo.

As medidas surgem no dia em que vários comícios de solidariedade para com a comunidade judaica foram organizados no país. A iniciativa foi lançada, na semana passada, após o ataque de um refugiado sírio de 19 anos a um homem que usava quipá, num bairro de Berlim. Filmado e amplamente divulgado nas redes sociais, o incidente provocou agitação num país assombrado pelo seu passado nazi. O atacante foi, entretanto, preso.

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A iniciativa "uma imagem solidária", que, no ano passado, através da fotografia, angariou cerca de 9.000 euros em donativos para os Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pera, volta a acontecer este ano, com objetivo de apoiar a associação Acreditar.

A iniciativa #UMAIMAGEMSOLIDARIA realiza-se de 10 a 14 de maio na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, vai juntar fotojornalistas e fotógrafos amadores, e os donativos pela aquisição das fotografias vão reverter para a Acreditar - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, “para que seja possível continuarem a apoiar as crianças e famílias que sofrem com esta doença”, disse à agência Lusa o fotojornalista António Cotrim, que coordena a iniciativa, com o fotojornalista Paulo Guerrinha e o fotógrafo Carlos Almeida, cita o Observador.

“São estes heróis que nos dão também uma grande lição de vida. Perdem anos da sua infância nesta batalha, mas mantêm a esperança no olhar. Não é uma obrigação, é um dever ajudar e contribuir para que esta associação possa continuar a funcionar e a dar algum conforto às crianças e famílias que dela dependem”, disse Cotrim.

“Contamos uma vez mais com o apoio de todos, para tornar esta iniciativa uma realidade e alcançar o sucesso que as crianças merecem”, acrescentou, referindo que, este ano, a iniciativa convidou para sua embaixadora a criadora de moda Fátima Lopes.

Outra novidade, este ano, é a participação de fotojornalistas fora de Portugal, nomeadamente de Macau, além de “amantes da fotografia”.

O tema das fotografias é livre e, entre os nomes que já garantiram a sua presença, além de António Cotrim, estão Mário Cruz, Leonardo Negrão, António Homem Cardoso, Rui Palha, Rui Caria e Gonçalo Lobo Pinheiro.

A base de partida para cada fotografia é de vinte euros, disse o fotógrafo, referindo que este ano “todas as fotografias são emolduradas”.

“Este ano, as fotografias não terão identificado o seu autor, de forma visível, a identificação está colocada na parte de trás e só depois de feito o donativo, é que quem o faz fica a saber”, explicou, apelando uma participação significativa, "que ultrapasse o monte do ano anterior".

António Cotrim, fotojornalista da agência Lusa, adiantou que #UMAIMAGEMSOLIDARIA é já "uma marca registada", que vai ter uma regularidade anual, sempre com objetivos solidários.

"Em cada ano vamos renovar os participantes e a quem se destina a doação, mantendo sempre como mote a solidariedade, acreditando que vamos contar com cada vez mais apoio", declarou.

A organização da iniciativa, que conta com o apoio da Colorfoto (impressões) e da EasyGest Mediação Imobiliária, tem previsto entregar os donativos à Acreditar, no próximo dia 01 de junho, Dia Mundial da Criança.

No ano passado, a iniciativa, que se realizou em Lisboa e no Porto, reuniu 234 fotojornalistas e outros fotógrafos profissionais.

Foto: DR

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