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O livro  “publicação da mortalidade” reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, revisitada e reorganizada pelo autor, e inclui poemas inéditos.

Sobre a obra afirma a editora Assírio & Alvim, que se trata de “uma viagem pelos diferentes momentos da criação poética do autor”.

“Neste livro somos surpreendidos por imagens intensas, espelho da vulnerabilidade perante a dureza do mundo, uma poesia íntima que comove e perturba, com a maneira própria como são tratados os seus temas fundamentais: sagrado, criação, solidão, amor, fragilidade e violência”, acrescenta a editora.

Entretanto, do autor foi publicado, pela Porto Editora, uma nova edição de “O paraíso são os outros”, a primeira totalmente ilustrada por Hugo Mãe, que também fez duas outras capas de obras suas nesta casa editorial.

“O paraíso são os outros” é uma observação sobre o amor e o relacionamento entre casais, do ponto de vista de uma menina.

“Esta obra escrita para os leitores mais jovens nasceu das observações de uma menina fascinada pelo amor e pelos seus segredos e que usa a imaginação para antever e descobrir o que é a felicidade”, afirma a editora.

O livro “O paraíso são os outros”, com ilustrações de Esgar Acelerado, foi publicado pela primeira vez em 2014, pela Porto Editora, em Portugal, e pela Cosac Naify, no Brasil, com trabalho gráfico do artista brasileiro Nino Cais.

"O paraíso são os outros" (oposto de uma célebre frase do filósofo francês Jean-Paul Sartre, "O inferno são os outros") é narrado por uma menina que se intriga com a forma como os adultos exteriorizam o amor.

"Reparo desde pequena que os adultos vivem muito em casais. (...) O amor constrói. Gostarmos de alguém, mesmo quando estamos parados durante o tempo de dormir, é como fazer prédios ou cozinhas para mesas de mil lugares. Mas amar é um trabalho bom. A minha mãe diz", escreve Valter Hugo Mãe, no começo deste conto.

A obra de Valter Hugo Mãe está traduzida em várias línguas. O autor publicou sete romances, entre os quais “Homens imprudentemente poéticos”, “a máquina de fazer espanhóis”, que lhe valeu o Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e o Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano, em 2012, “o apocalipse dos trabalhadores”, “o remorso de baltazar serapião”, com o qual ganhou o Prémio Literário José Saramago, em 2007.

É também autor de “Contos de cães e maus lobos”, “O paraíso são os outros”, “As mais belas coisas do mundo” e “O rosto”.

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Camané marca segunda data no CCB

por FMSimoes, em 20.06.18

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O concerto de Camané, no próximo dia 11 de outubro, no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, “está praticamente esgotado”, e foi agendado uma segunda data.

Camané dará um segundo concerto no grande auditório do CCB, a 12 de outubro, um dia depois da primeira data inicialmente agendada e para a qual quase já não há bilhetes”, segundo comunicado do CCB.

Este é um concerto de apresentação do mais recente álbum do fadista, “Camané canta Marceneiro”, editado em outubro do ano passado, no qual o intérprete recriou temas do repertório de Alfredo Marceneiro (1891-1982), como “Ironia” ou “A Casa da Mariquinhas”.

No palco belenense o fadista é acompanhado pelos músicos José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Neto, na viola, e Paulo Paz, no contrabaixo.

O CD “Camané canta Marceneiro” conta com a participação de Carlos do Carmo no tema “A Lucinda Camareira”, e é o oitavo álbum de estúdio do fadista que, no ano passado, recebeu, o prémio Tenco per Operatore Culturale, atribuído pelo Club Luigi Tenco, fundado em 1972, em Sanremo, no nordeste de Itália.

Os espetáculos de Camané fazem parte do ciclo “Há Fado no Cais”, uma parceria do Museu do Fado com o CCB, no âmbito do qual têm atuado nas duas principais salas daquele espaço vários fadistas e instrumentistas.

No mesmo comunicado o CCB sentencia que “não há intérprete mais aclamado no fado atual do que Camané”.

“O fadista respira autenticidade e facilmente se transcende: saem-lhe lágrimas da garganta quando fala de tristeza e desenha-se uma nuvem de rancor quando fala de ciúme”, prossegue o CCB, referindo que o criador de “Ela Tinha Uma Amiga”, “alcançou um patamar raro para um intérprete português: gravação regular de discos, digressões nacionais e internacionais, atribuição regular de prémios, reconhecimento consensual dentro e fora da comunidade artística, como um dos expoentes deste património universal, a par de uma carreira internacional”.

Este mês, o fadista atua no dia 24, em Castro Marim, no Algarve e, no dia seguinte, em Oeiras, de onde é natural, no âmbito das festas deste concelho, do distrito de Lisboa.

Foto: CCB

 

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