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O grupo de teatro Byfurcação apresenta até setembro, na Quinta da Ribafria, em Sintra, “A Bela e o Monstro”, de Gabrielle-Suzanne Barbot, numa adaptação e encenação de João Ascenso.

A peça, interativa, percorre o solar e os jardins da quinta, e está em cena às sextas-feiras e sábados, pelas 21:30, até 08 de setembro.

A peça “A Bela e o Monstro” tem música original de Nuno Cintrão, figurinos de Flávio Tomé, cenografia e adereços de Marta Fernandes da Silva, e é interpretada por um elenco constituído por Ana Lúcia Magalhães, Brienne Keller, Frederico Serpa, João Redondo, Mário Abel, Patrícia Duarte, Rafael Serra, Rafaela Pereira, Ricardo Karitsis, Ricardo Lérias e Teresa Alves.

O solar de Ribafria foi construído em 1541 por D. Gaspar Gonçalves, descendente de D. João de Castro, que foi cartógrafo e 4.º Vice-Rei da Índia.

O solar e a quinta foram recentemente reabilitados pela Câmara de Sintra, e passaram a ser geridos pela Fundação Cultursintra,  que “pretende tornar este espaço num novo polo cultural e de lazer”, segundo comunicado do Byfurcação Teatro.

 

 

 

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Livros do Convento da Arrábida são mostrados pela primeira vez ao público, a par de esculturas religiosas e alfaias litúrgicas, no Museu do Oriente, em Lisboa. A exposição intitulada “Olhares sobre a Livraria do Convento da Arrábida” apresenta 36 obras, datadas de 1507 a 1860, que refletem uma “diversidade de saberes contido na Livraria do Convento” franciscano, fundado em 1542 por frei Martinho de Santa Maria.

Pela primeira vez mostra-se ao público obras como o “Tratado de Oração e Devoção de S. Pedro de Alcântara”, de 1739, ou os escritos datados de 1609 de S. Boaventura, teólogo e filósofo escolástico que viveu entre 1221 e 1274, e que foi superior geral dos franciscanos.

Entre os livros expostos encontram-se “exemplares únicos, como uma cópia inteiramente manuscrita do ‘Tratado de Quiromancia’, de Inácio Vieira (século XVIII), com um desdobrável ilustrado dos signos do zodíaco, ou o ‘Jardim Spiritual’, de frei Pedro de Santo António (1632), que, além de ser uma obra fundamental do pensamento franciscano, tem a particularidade de ser dedicado a Nossa Senhora da Arrábida, que surge representada numa gravura em posição sentada e coroada por um sol raiado, uma iconografia raríssima”, segundo comunicado do Museu.

Na exposição “encontram-se títulos mais inesperados e inéditos em Portugal, como o texto de Anders Retzius sobre Botânica, de 1789, ou a ‘História da China’, de Martino Martini (1658)”, segundo a mesma fonte.

Esta exposição faz parte do programa de celebrações do 30.º aniversário da criação da Fundação Oriente, atual proprietária do Convento da Arrábida e da respetiva biblioteca, que inclui no seu espólio obras do início do século XVI até ao século XX.

A Biblioteca do Convento da Arrábida “era uma verdadeira biblioteca de estudo e aprofundamento de conhecimentos transdisciplinares, como demonstram as marcas de uso e anotações manuscritas dos seus livros, bem como a existência de livros proibidos, com marcas de censura como cortes de páginas e rasurados”, afirma o Museu do Oriente.

“Nela coexistiam obras dos santos padres, de teologia dogmática e moral, de filósofos e historiadores gregos e latinos, místicos medievais, humanistas nacionais e estrangeiros, com textos de áreas científicas, de história militar e botânica”, acrescenta.

Segundo a mesma fonte o acervo bibliotecário é composto por 2.865 volumes, e “permaneceu desconhecido do grande público até à atualidade”.

O espólio foi, entretanto, inventariado na íntegra no catálogo ‘online’ do Centro de Documentação António Alçada Baptista.

Anterior à construção do convento, situado na maior altitude da serra da Arrábida, em Setúbal, existia a ermida da Memória, que era espaço de devoção e romarias, e junto da qual, durante dois anos, viveram, em celas escavadas nas rochas, os primeiros quatro frades arrábidos, Martinho de Santa Maria, Diogo de Lisboa, Francisco Pedraita e São Pedro de Alcântara, um dos santos a quem foi atribuído o dom da levitação, segundo documentos do século XVI.

Em 1834, o Governo português extinguiu as ordens religiosas e determinou o encerramento de todos os conventos masculinos e a expulsão dos frades, tendo o Convento da Arrábida e respetivas capelas e celas sido pilhadas.

Em 1863, o convento foi adquirido pelo Duque de Palmela, D. Domingos de Sousa Holstein, e alvo de obras nas décadas de 1940 e 1950. Em 1990, a Fundação Oriente adquiriu à Casa Palmela, o Convento e área envolvente, num total de 25 hectares.

 

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