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Teté Alhinho apresenta o seu mais recente álbum, “Mornas ao piano”, que definiu como “um regresso ao colo da música cabo-verdiana”, na quinta-feira dia 13 de abril, no B.Leza, em Lisboa.
O álbum, que marca o seu regresso aos discos em nome próprio depois de "Voz" (2004), foi editado na passada sexta-feira e resultou, em parte, de uma operação de angariação de fundos (‘crowdfunding’).
“Com este CD, produzido por mim, com apoio da [produtora] Mónica Jardim, regresso ao 'colo' da música de Cabo Verde”, afirmou à agência Lusa a cantora de 60 anos.
Reivindicando-se “parte da alma cabo-verdiana”, a cantora propõe, “num formato simples, recuperar alguns temas” que marcaram a sua juventude e também algumas canções inéditas.
“Além de mornas, que são maioritárias, este CD tem um batuque de Mário Lúcio, uma coladera e uma mazurca, além de temas compostos por mim”, afirmou Teté Alhinho, que resgatou mornas de Daniel Mariano, Paulinho Vieira, Jacinto Estrela e B. Leza.
Teté Alhinho assina a composição de “Muchacho Loco”, da poetisa cubana Carilda Oliver Labra, e de dois poemas de Mário Lúcio, “N’tem um amor” e “P'Alta”, este último uma homenagem à mãe da artista.
Alhinho assina ainda a letra e música de “Lua bonita” e, entre os inéditos, há um tem com letra de Hélio Cruz e música de Antero Simas.
O disco conta, entre outros, com as participações dos músicos Ricardo de Deus, ao piano, Francelino Silva, no contrabaixo (que faz parte da Orquestra Nacional de Cabo Verde), e Rob Leonardo, na bateria e percussão.
No palco do B. Leza, no Cais do Sodré, em Lisboa, Teté Alhinho é acompanhada ao piano por Moises Ramos, no contrabaixo por Carlos Barretto, nas percussões por Iuri Oliveira, e, na guitarra acústica e cavaquinho, por Paló.
O álbum “Voz” saiu em 2004, ao qual se sucedeu o ‘single’ “Mi ma nha San Jon”, editado em 2014, enquanto, pelo meio, em 2008, gravou com a filha, Sara Alhinho, o álbum “Gerassons”.
Teté Alhinho é autora e compositora de mais de 50 canções, entre as quais “Dia T´chuva Bem”, “A téma”, “Chibinho”, “C´Lamor”, “Coladera nobo”, “Conversa adiada”, “Desabafo”, “Dia qui’m vira”, “Mudjer” e “Terra verde”.
A cantora e compositora começou a cantar ainda jovem tendo feito parte, entre outros, dos grupos A Voz de Cabo Verde, Ritmos Caboverdianos, Os Tubarões, Bulimundo e Simentera.
Entre 1975 e 1980 estudou em Cuba, onde participou em vários programas radiofónicos cantando e acompanhando-se ao violão.
Em meados da década de 1980 gravou, em Portugal, o primeiro álbum, “Mares do sul”, com a produção de Paulino Vieira e Péricles Duarte, regressando em seguida a Cabo Verde, onde fez parte dos Simentera, com os quais percorreu vários palcos internacionais, e retomou a carreira a solo, tendo gravado o álbum “Menino das ilhas”, produzido por Paulino Vieira.

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