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Teresa Tapadas 2002.jpg

Teresa Tapadas protagoniza, na sexta-feira, dia 19, o último concerto deste ano do ciclo “Há fado no Cais”, no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, com um espetáculo no qual participa o Rancho Folclórico dos Camponeses de Riachos.

O ciclo, realizado em parceria pelo CCB e pelo Museu do Fado, teve a sua primeira edição em 2012, e tem já agendada uma nova edição para o próximo ano.
Teresa Tapadas disse à Lusa, citada pel'A Visão, que vai “fazer uma retrospetiva da carreira” de cerca de 15 anos, e daí o convite ao rancho dos Camponeses de Riachos, do qual fez parte.
A fadista será acompanhada, à guitarra portuguesa, por Luís Ribeiro, à viola, por Pedro Pinhal, ao contrabaixo, por Jorge Carreiro, e ao piano por Filipe Raposo.
No alinhamento dará especial destaque ao mais recente álbum, “Traços de Fado”, editado em 2012.
Teresa Tapadas estreou-se como autora em "Traços de Fado”, tendo assinado duas das onze letras que interpreta.
A intérprete afirmou que decidiu escrever por não encontrar poemas que expressassem o que pretendia dizer. “Foi uma ousadia, mas aconteceu de forma natural. Como comecei a cantar fado e me profissionalizei, eu queria cantar certas coisas e não encontrava os poemas que as expressassem, comecei a escrever”, disse.
Teresa Tapadas assina “Momentos de Ternura” e “O que sentes eu sinto”. “É uma poesia à flor da pele. Quando nos pomos ao papel revelamos uma parte que não gostamos tanto de revelar no dia-a-dia, uma parte mais emotiva”, afirmou.
Referindo-se ao CD que inclui originais e temas escritos propositadamente para a sua voz, a fadista afirmou que “representa todo um percurso e forma de estar no fado”.
“Verde, verde campo”, de José Luís Gordo e música de Pedro Pinhal, foi composto propositadamente para a sua voz. Outros originais são “Minha Lisboa, cidade” e “Resgate”, ambos da dupla Rui Rocha e Miguel Rebelo.
A fadista recupera neste álbum temas dos repertórios de Frei Hermano da Câmara, de Carlos do Carmo (“Ave Maria”, “Lisboa menina e moça”) e de Amália Rodrigues, que qualificou como uma “referência incontornável”.
“Goste-se mais ou menos, Amália é uma referência”, disse Teresa Tapadas que canta, do repertório desta fadista falecida em 1999, “Fado Malhoa”, “Gaivota” e “Mãos que trago”.
À Lusa, Tapadas acrescentou: “Irei interpretar alguns fados do meu álbum de estreia, ‘Meu Grão de Paraíso’, saído em 2004”.
Em paralelo à carreira a solo, Teresa Tapadas fez parte de coletivos como os grupos Entre Vozes e Quatro Cantos, nos quais fez parcerias com Maria Armanda, Maria da Fé, António Pinto Basto e José da Câmara. Com o primeiro grupo gravou dois CD e, com o segundo, dois CD e dois DVD.

Foto: DR/FMS

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