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Os CTT-Correios de Portugal anunciram que foram distinguidos com “o mais importante prémio internacional de filatelia”, o Grande Prémio Asiago de Arte Filatélica, na categoria de "Turismo".
O galardão, que anualmente distingue o Melhor Selo do Mundo, premiou este ano o selo de 0,36 euros da emissão filatélica “Ano Internacional da Estatística”, da autoria de João Machado, na categoria “Turismo”.
João Machado já foi distinguido, em edições anteriores, com este galardão, que tem o alto patrocínio da Presidência da República Italiana.
Em 2007, pela emissão dedicada à “Água um Bem a Preservar”, foi premiado na categoria “Ambiente” e, em 2010, também na categoria “Turismo”, foi de novo distinguido por um selo da emissão sobre os “Selos e os Sentidos”.
Portugal já arrecadou por duas vezes o Prémio Melhor Selo do Mundo, com os espécimes “Quiosque do Tivoli" e “Évora Património Mundial”, ambos da autoria da pintora Maluda, que faleceu em 1999.
Criados em 1970, estes prémios são também conhecidos como os “Óscares” da Filatelia, afirmam os CTT.
A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se no dia 06 de julho, na vila de Asiago, na região italiana do Vêneto.

 

 

 

Entretanto, os CTT publicarm uma nova emissão filatélica, composta por oito selos, dedicados aos jardins e parques portugueses, com “uma tiragem total superior a um milhão de exemplares”, e a publicação em simultâneo do livro “Jardins de Portugal”, da arquiteta paisagista Cristina Castel-Branco.
“Durante cerca de ano e meio, a autora Cristina Castel-Branco, o arquiteto e cartógrafo Filipe Amaral e o fotógrafo António Sachetti recolheram informações e imagens deste vasto e valioso património, o resultado consubstancia-se num livro e emissão filatélica que, parafraseando a autora, são ‘uma motivação para melhor conhecer os jardins de Portugal, e que deste modo vai aumentar o respeito pelo património paisagístico’”, afirmam os CTT em comunicado.
Relativamente à série filatélica, “cada selo traz uma imagem de um jardim que, seguindo critérios geográficos, procura representar a diversidade da flora nacional, ao mesmo tempo que ambicionam também ser o mais abrangente possível, no que toca ao tempo da sua criação, na medida em que cada jardim é ele também influenciado pelo contexto histórico em que é pensado e construído”.
Constituem a série os jardins do Palácio Fronteira, em Lisboa, os do Chalet da Condessa d’Edla, em Sintra, o jardim do Palácio Nacional de Queluz, o Parque de Serralves, no Porto, o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, o Jardim do Mosteiro de Tibães, em Braga, o Parque da Terra Nostra, na ilha S. Miguel, e o Jardim da Quinta do Palheiro Ferreira, na ilha da Madeira.
Todos os selos têm um formato de 40x30,6mm, e o design é do AF Atelier. Os dois primeiros selos têm um valor facial de 0,42 euros e uma tiragem de 155.000 exemplares.
Os selos dos jardins do Palácio de Queluz e do Parque de Serralves terão uma tiragem de 120.000 exemplares e um valor facial de 0,50 e 0,60 euros, respetivamente.
Os dos Jardins Botânico de Coimbra e do Mosteiro de Tibães terão um valor facial de 0,72 euros e uma tiragem de 175.000 exemplares. Finalmente, os da Quinta do Palheiro e do parque micaelense terão um valor facial de 0,80 euros e uma tiragem de 115.000 exemplares.

 

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