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O organista Rui Paiva apresenta em concerto, no dia 15 às 17:00 na Igreja de S. Vicente de Fora, em Lisboa, o CD “Música ibérica dos séculos XVI e XVII”, que inclui, entre outras, composições de Diogo da Conceição e Pedro Araújo.
Rui Paiva, de 52 anos, é atualmente professor de Órgão e diretor da Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, e o CD foi gravado no órgão do Mosteiro de Arouca, construído em 1739 por Emannuel Benedictus Gomez.
Rui Paiva concluiu o curso de Órgão no Conservatório Nacional de Lisboa, sob a orientação de Joaquim Simões da Hora. Trabalhou também com Montserrat Torrent e José Luis González Uriol, com quem concluiu os cursos superiores de Cravo e de Órgão no Conservatório Superior de Saragoça, em Espanha.
O organista tem colaborado com os Segréis de Lisboa, Coro e Orquestra Gulbenkian, a orquestra Capela Real, o grupo La Caccia e o Quarteto Arabesco.
Enquanto concertista tem atuado em vários países europeus e também nos Estados Unidos, México e no Brasil.

O álbum, editado pela Althun, inclui um livro em português e inglês com textos do musicólogo Rui Vieira Nery e do responsável pelo restauro do órgão, Gerhard Grenzing.

 


Segundo a Althum, o órgão de Arouca foi construído “habilmente” por “um dos artesãos mais representativos da organaria portuguesa”.
Relativamente ao órgão de S. Vicente de Fora, que se encontra no topo do coro baixo da igreja, em que Rui Paiva tocará no sábado, dia 15, foi construído em 1765 pelo organeiro João Fontanes de Maqueira.
A Althum salienta “a vantagem de se encontrar em estado quase original” tratando-se “de um dos maiores e mais importantes instrumentos barrocos portugueses”.
“O instrumento possui duas secções independentes – órgão principal com 38 meios registos e órgão de eco com 21 – às quais correspondem dois teclados manuais de quarenta e sete teclas com a tradicional primeira oitava ‘curta’”.
O órgão de S. Vicente tem 3.109 tubos dos quais 282 de palheta, “o que lhe confere uma das mais impressionantes secções de palhetaria e um dos mais amplos ‘cheios’ da Península Ibérica”.
Este instrumento foi alvo de um “restauro profundo” em 1994, pelos organeiros Claudio Rainolter e Christine Vetter.

Foto: Althum/FMS

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