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Rita Guerra celebra 30 anos de carreira com dois concertos, este mês, acompanhada pela Banda da Força Aérea, e nos quais conta com as participações de Paulo de Carvalho, André Sardet e dos HMB.

No dia 04 de novembro, a cantora celebra a efeméride no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e no dia 12 do mesmo mês, no Pavilhão Multiusos de Guimarães.
Quanto aos convidados, afirmou que "são três gerações diferentes em palco": Paulo de Carvalho, que de quem é fã “desde a meninice”, André Sardet, "que tem um estilo diferente" do seu, e os HMB, que estão nomeados o prémio MTV Best Portuguese Act, este ano.
A Banda da Força Aérea será dirigida pelo maestro tenente-coronel Élio Salsinha Murcho, com quem a cantora trabalhou há dez anos, “num concerto na base aérea de Sintra”
À Força Aérea Portuguesa liga-lhe o facto de ser filha de um militar deste ramo das Forças Armadas, tendo até vivido na base das Lages, na ilha Terceira, de guarda “boas recordações”.
“Foi no bar dos oficiais norte-americanos da base, que comecei a cantar, acompanhando-me ao piano”, recordou.
Quanto à banda, criada em 1957, a cantora afirmou “que é excecional”. Os arranjos musicais são de Daniel Lima, diretor musical da sua banda, em parceria com o maestro da banda.
Do alinhamento, além de algumas surpresas que não quis revelar, Rita Guerra vai interpretar dois fados, que é “o momento mais esperado” pelo pai, tendo escolhido do repertório de Amália Rodrigues, “Gaivota” e “Nem às paredes confesso”.
Constam ainda, entre outras, as canções “Brincando com o fogo”, mas conhecida como “Cavaleiro andante”, e também “Chegar a ti”, provavelmente “I thought you would leave your heart with me”, que “tem sido muito pedia pelos fãs, mas ainda estou a ver onde a vou encaixar”, e ainda “Secretamente”, e “Deixa-me sonhar”.
A cantora não descartou a possibilidade de um dos espetáculo vir a ser gravado com vista a uma edição futura em DVD.
Rita Guerra começou a cantar aos 16 anos e gravou o primeiro disco aos 23, foi cantora residente no Casino Estoril durante mais de 20 anos, representou Portugal no Festival da Eurovisão, em 2003 com “Deixa-me sonhar”, além de ser presença regular das bandas sonoras em Língua Portuguesa dos filmes de produção Disney, como “Aviões”, “Rei Leão”, “Pequena sereia”, “Tarzan”, “Hércules”, e “Príncipe do Egito”, entre outros.
Rita Guerra gravou duetos com nomes como Michael Bolton, Ronan Keating, Beto e Paulo de Carvalho, tendo editado 12 álbuns, “e colecionou discos de platina”.

 

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Rita Guerra está a celebrar 30 anos de carreira “com muito público e sucesso”, e só se arrepende de “não ter tentado a internacionalização”, mas afirmou à Lusa que ainda está “muito a tempo”, segundo o Notícias ao Minuto.
A cantora disse que os 30 anos de carreira passaram depressa, mas faz “um balanço positivo”, pois “é de louvar no nosso mercado” a durabilidade da carreira.
“Tenho feito por estar sempre ativa, fazendo aquilo que mais gosto, houve algumas coisas que não correram tão bem, mas faz parte do percurso de aprendizagem”, disse à Lusa a cantora que começou a cantar aos 16 anos, tendo “começado no circuito dos bares”.
Apesar de alguns “tropeções”, a cantora afirmou que tem feito “um caminho com muita luz e sempre com muito público e sucesso” e, entre outros projetos, "gostava de gravar com George Michael”.
A cantora referiu que no atual panorama da música portuguesa “é um caso raro” carreiras tão longas e com sucessos trauteados pelo público.
“Tenho pena que assim seja, pois temos muito bons valores, mas hoje em dia a indústria [discográfica] está muito virada para os sucessos imediatos, para o que está na moda, e investem pouco nas carreiras, estão aliás, praticamente ausentes”, afirmou.
“Hoje é galopante como se atinge o sucesso, mas depois… São sucessos da atualidade, com pouca durabilidade, mas que servem o mercado que é o da atualidade e não almejo grandes carreiras para estes sucessos imediatos”, acrescentou a cantora.
Para a cantora, “uma carreira faz-se degrau a degrau, e com anos de experiência. Eu comecei aos 16 [anos], tenho 49 anos, portanto na realidade são quase 33 anos de carreira e sempre na batalha”, rematou.
Referindo-se ao seu sucesso, Rita Guerra afirmou que nos próximos concertos “vai ser inevitável” cantar alguns temas que “o público vai querer ouvir e os fãs já pediram através da Internet”, na sua página oficial e no perfil na rede social “facebook”.
A cantora afirmou que “Internet tem aspetos positivos e negativos, mas permite, que de repente pode estar em direto para o mundo inteiro”, nomeadamente a partir da sua página oficial.
Esta exposição que “pode tornar as pessoas mais desgastáveis”, permite todavia “agradar a mais gente”. “Há pessoas noutros países que não conheciam o meu trabalho, e que graças a estes meios o conhecem e manifestam o seu interesse em ir lá cantar”.
“Há uma ligação muito maior ao mundo inteiro, mas de facto pode haver uma exposição desgastante do artista, apesar de eu pensar que essa exposição começa por ele próprio”, disse.
Questionada sobre uma carreira internacional, que a imprensa especializada lhe chegou a vaticinar, a intérprete de “Secretamente” afirmou que “não aconteceu” por opção própria e “condicionalismos” que não lhe foram impostos, mas a fizeram não optar pela internacionalização.
“Sou muito ligada à minha casa, aos meus amigos, e à minha família. Na realidade fui convidada em ir lá para fora, o Michael Bolton [com quem gravou “How am I supposed to live without you”] falou-me em ir para os Estados Unidos, mas fico sempre com aquela sensação que se calhar Ritas Guerra há lá muitas”, disse, mas acrescentou: “hoje arrependo-me um bocado”.
Este ano, Rita Guerra fez um resumo de carreira e editou o CD “No Meu Canto – O melhor de Rita Guerra”.

Foto: D.R./FMS

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