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Foto Elisa Freixo (Eduardo Tropia).JPG

 

O recital de órgão da brasileira Elisa Freixo, no próximo sábado, na igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa, intitula-se “Dos dois lados do Atlântico”, e inclui compositores desde o século XVI ao século XX, anunciou a organização.
O recital faz parte do VI Ciclo do Órgão Histórico da Igreja de São Vicente de Fora, inaugurado no passado dia 06 de abril, por Rui Soares, organista na igreja de N.S. da Conceição, no Porto, e responsável pelos concertos diários na igreja dos Clérigos, também nesta cidade.

Este culo organizado pleo Patriarcado de Lisboa e a editora Althum conta com o apoio, entre outros, da Fundação Manuel Simões.
O recital de Elisa Freixo, que já atuou em Portugal, inclui, entre outros compositores, Sebastian Aguilera de Heredia, “Tiento lleno de primer tono sobre o Salve Regina”, Francisco Correa de Arauxo, “Tiento segundo de medio registro de tiple de cuarto tono”, Bernardo Storace, “Ciacona”, Joseph de Torres, “Partido de VI Tono”, Guy Bovet, “Tango à moda de bossanova”, João Wilson Faustini, “Currupio”, e ainda Domenico Sacrlatti, “Sonata em Sol maior” (K. 144) e José Lidón, “Allegro”, com que encerra o recital.
João Vaz, organista titular de S. Vicente de Fora, que irá encerrar este ciclo, em dezembro, disse à Lusa que o órgão histórico de S. Vicente de Fora "tem a vantagem de se encontrar em estado quase original", tendo tido "uma intervenção de restauro de pouca monta, em finais do século XIX, e novamente no século seguinte", em 1956/1957 e, depois, em 1977.
A última intervenção, mais profunda, concluída em 1994, foi realizada por Claudio e Christine Rainolter, tendo sido repostos materiais originais, realçou João Vaz.
Elisa Freixo, natural do Estado de S. Paulo, no sudeste do Brasil, fixou-se no Estado de Minas Gerais, em 1998, quando passou a ser organista titular da Sé da arquidiocese de Mariana, um órgão que é “gémeo do existente na Sé de Faro”, no Algarve, segundo explicou à Lusa fonte da organização.
Naquela cidade tem “desenvolvido um trabalho de divulgação da música de órgão”, além de uma “intensa atividade de concertista no Brasil e América do Sul”, segundo a mesma fonte.
“A organista está atualmente à frente de projetos de restauro de órgãos históricos, no Brasil, e é diretora artística dos Concertos no Museu do Oratório, em Ouro Preto, também no Estado de Minas Gerais, além da programação musical da Sé de Mariana, na igreja matriz de Santo António, de Tiradentes, no mesmo Estado, e do Museu Regional de S. João del Rei”, disse a mesma fonte.
O seu mais recente CD foi gravado em Waltersdorf, na Alemanha, com peças ibero-americanas dos séculos XVII e XVIII.

Foto: Althum/FMS

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