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Raquel Tavares inicia na ilha da Madeira, na próxima quinta-feira, uma digressão por dez palcos nacionais, ao longo deste mês, de apresentação do seu mais recente álbum, “Raquel”.

A fadista, em declarações à agência Lusa, referiu-se ao disco como aberto ao mundo, refletindo mais experiência e vivências, e uma consciência tranquila das suas origens, cita o Notícias ao Minuto.
A atuação na quinta-feira em Machico, na ilha da Madeira, sucede-se à atuação em Londres, no The Pheasantry, que esgotou, a convite da revista Songlines. Por terras britânicas, a criadora de “Não me esperes de volta” atuou ainda no Womad Festival, em Charlton Park, em Wiltshire.
Nesta digressão que abre na Madeira e passa por Paredes de Coura e Vila Real, Raquel Tavares é acompanhada pelos músicos André Dias, na guitarra portuguesa, Bernardo Viana, na viola, Daniel Pinto, no baixo acústico, e Frederico Pinto Ferreira, na bateria.
Depois da Madeira, Raquel Tavares atua no sábado, em Vimieiro, no concelho de Arraiolos, no Alto Alentejo, seguindo para Benavente, no Ribatejo, onde canta no domingo.
Referindo-se ao álbum editado em maio do ano passado, afirmou que “é um disco com mais mundo, com mais idade, mais maduro, não só do ponto de vista artístico, mas, acima de tudo, pessoal, e por isso é que se intitula ‘Raquel’”.
“Escolhi este título porque é como me chamam os meus amigos, as pessoas que me conhecem, que são próximas de mim, quem me é pessoal, e eu queria que este fosse um disco pessoal, e que me retratasse francamente: hoje a Raquel com 32 anos, que não é a menina que gravou o primeiro disco, aos 21”, acrescentou.
No dia 09, a fadista continua em terras ribatejanas e atua no Bombarral, seguindo para norte, onde canta no dia seguinte em Paredes de Coura e no dia 12 em Vila Real, e no dia 13 em Seia, no distrito da Guarda.
O álbum abre com “Deste-me um beijo e vivi”, do poeta João Dias, uma criação de Beatriz da Conceição, falecida em novembro de 2015, fadista que é uma “absoluta referência” para Raquel Tavares, que afirmou: “Nunca a sua memória será esquecida, como uma grande criativa, uma fadista extraordinária, enquanto eu cantar e viver, com enorme orgulho”.
“Já tinha intenção de dedicar este disco à D.ª Beatriz [da Conceição], tanto mais que lhe pedi autorização para gravar este tema no Fado Cravo [de Alfredo Marceneiro]”, contou a fadista, que acrescentou “ter influência de muitos outros”, mas que a sua “identidade fadista” deve-a a Beatriz da Conceição.
No dia 17, Raquel Tavares atua no Barreiro, nos arredores de Lisboa, na margem sul do Tejo, voando em seguida para os Açores, onde atua no dia 22 na ilha do Pico, e encerra o mês de agosto em Jancido, Gondomar, onde canta no dia 25.
O álbum é constituído por 11 temas, aqueles que a fadista queria e cada um tem uma razão de ter sido escolhido. E “não estão ao acaso”, realçou.
Do alinhamento faz em ainda parte “Tradição”, de Miguel Araújo, que qualificou como "um tema denso", “Para o destino”, de Mallu Magalhães, e “Gostar de quem gosta de nós”, de Bettencourt.

Foto;DR/FMS

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