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A Temporada de Música da Fundação Calouste Gulbenkian de 2016/17 prevê a estreia de duas óperas e de duas peças instrumentais, de quatro compositores portugueses, Pedro Amaral, Vasco Mendonça, Luís Pena e António Pinho Vargas.

As duas óperas a estrear são “Bosh beach”, de Vasco Mendonça, a propósito dos 500 anos da morte do pintor neerlandês Hieronymus Bosch, que sobe à cena em outubro próximo, e “Beaumarchais”, de Pedro Amaral, com encenação de Jorge Andrade, numa coprodução da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), com o Teatro Nacional D. Maria II, a apresentar em junho de 2017.
O Concerto para Viola e Orquestra, de António Pinho Vargas, estreia-se pela Orquestra Gulbenkian, em setembro, nas Ruínas do Carmo, no âmbito do Festival Cantabile, organizado pelo Goethe Institut.
O diretor do Serviço de Música da Fundação, Risko Nieminen, na apresentação da temporada, destacou ainda a estreia de Christian Gerhaher, “um dos melhores barítonos da atualidade”, que se apresentará em janeiro, com a Gustav Mahler Jugendorchester (Orquestra Jovem Gustav Mahler) em dois concertos, em março próximo.
Outro destaque feito, foi a estreia em Portugal, em dezembro próximo, de “Fado Barroco”, com Os Músicos do Tejo, com a participação do fadista Ricardo Ribeiro, que teve a sua primeira apresentação na Finlândia, e um concerto que junta as artes plásticas e a música, “Almada Negreiros em concerto”, com a Orquestra Gulbenkian, que interpretará a suite “La tragedia de Doña Ajada”, de Salvador Barisse, estreada em 1929 para a acompanhar a obra poética de Manuel Avril.
Segundo Risko Nieminen, a música do compositor espanhol ligava-se a umas ilustrações de Almada Negreiros, que seriam projetadas durante a 'performance'.
O responsável salientou os “Concertos de Domingo”, um projeto em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, destinado “a todos os públicos”, iniciado há três anos, com dois concertos, e que, nesta temporada, apresentará 14 concertos, com “um potencial de público na ordem dos 15.000 espetadores”.
No âmbito destes concertos, Risko Nieminen destacou a Festa da Percussão, no dia 19 de março próximo, em que é feita a estreia de uma peça de Luís Antunes Pena, encomenda da Fundação.
Em fevereiro, a ópera "Acis and Galatea", de Handel, será apresentada numa versão "semiencenada", no Grande Auditório, sob direção do maestro Leonardo García Alarcón, com o Coro e a Orquestra Gulbenkian, e os solistas Ana Quintans, soprano, Marco Alves dos Santos, tenor, e André Henriques, barítono.
Para Risko Nieminen o Coro e a Orquestra Gulbenkian “são a coluna vertebral desta temporada”, tanto mais que a Fundação está a festejar 60 anos de existência.
A Orquestra Gulbenkian inicia o seu ciclo de concertos, no Grande Auditório, a 09 de setembro, com um programa inteiramente dedicado a Mendelssohn, dirigido pelo maestro francês Hervé Niquet, diretor de Le Concert Spirituel.
Paul McCreesh, o maestro titular, dirige a Orquestra Gulbenkian em abril, num programa dedicado a Satie, Saint-Saëns e Beethoven, com o violoncelista Gautier Capuçon, e em maio, para "The dream of Gerontious", de Edward Elgar, que encerra o ciclo de concertos da Orquestra Gulbenkian.
Quanto a músicos de regresso à temporada da Gulbenkian contam-se, entre outros, António Zambujo, no ciclo Músicas do Mundo, os cantores líricos Karita Mattila, Waltraud Meier e Thomas Hampson, os pianistas Pedro Burmester, Martha Argerich, com o Quarteto Quiroga, Mitsuko Uchida e Grigory Sokolov, e ainda o “maestro encantador” Gustavo Dudanmel, com a Orquestra Sinfónica Simón Bolívar de Venezuela, no âmbito da residência de “El Sistema” na FCG.
Os maestros Lawrence Foster e Michel Corboz, que antecederam McCreesh, Jordi Savall, Rinaldo Alessandrini e Daniel Harding, os cantores Fernando Guimarães, Sandrine Piau e Markus Fink, os pianistas András Schiff, Emmanuel Ax, Hélène Grimaud, Jean-Yves Thibaudet e Rudolf Buchbinder, o violinista Gidon Kremer, o violoncelista António Meneses, o Belcea Quartet e o Cuarteto Casals são outros protagonistas da temporada.
A temporada global abre no dia 03 de setembro, com um concerto na praça do município, em Lisboa, pela Orquestra Gulbenkian, sob a direção de Jean-Marc Burfin, com o pianista Mário Laginha, no âmbito da iniciativa “Lisboa na rua”, à qual a FCG se associa pela segunda vez. Este concerto é precedido pelo ciclo Jazz em Agosto, que se realiza de 04 a 14 de agosto.
A temporada 2016/2017 coincide com o 60.º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian. 

Foto:FCG/FMS

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