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Palácio dos Lilases - Academia Portuguesa da História

 

Nove obras historiográficas são distinguidas pela Academia Portuguesa da História (APH) na quarta-feira, dia 06 de Dezembro, em que pela primeira vez é atribuído Prémio EMEL - História dos Caminhos, Percursos e Mobilidade.

Serão entregues três prémios Fundação Calouste Gulbenkian, e ainda os prémios Joaquim Veríssimo Serrão para História e Professor Doutor Pedro da Cunha e Serra, entre outros, que distinguem obras em diferentes domínios historiográficos.

A sessão solene tem lugar na Sociedade Histórica da Independência de Portugal, no Palácio da Independência, em Lisboa, ao Rossio, “uma vez que, por motivos de obras, a APH não pode usar as suas habituais instalações no Palácio dos Lilases, ao Lumiar”, informa a instituição.

Este ano, pela primeira vez, é atribuído o Prémio EMEL-História dos Caminhos, Percursos e Mobilidade, no valor de 2.000 euros, que contempla o livro “Dart – uma família irlandesa nos Açores e no Mundo, Angra do Heroísmo”, de Jorge Forjaz, publicado este ano pelo Instituto Histórico da Ilha Terceira.

O Prémio Fundação Calouste Gulbenkian divide-se em três categorias, cada uma com o valor pecuniário de 2.000 euros.

Em História Moderna e Contemporânea de Portugal é distinguida a obra de Ismael Cerqueira Vieira, “Conhecer, Tratar e Combater a ‘Peste Branca’. A Tisiologia e a Luta contra a Tuberculose em Portugal (1853-1975)”, publicado no ano passado pelas Edições Afrontamento.

Na categoria História da Presença de Portugal no Mundo, é distinguido o título de Miguel José Rodrigues Lourenço “A Articulação da Periferia. Macau e a Inquisição de Goa (c. 1582-c. 1650)”, publicado no ano passado pelo Centro Científico e Cultural de Macau, e, na categoria História da Europa, é distinguida a obra “História Militar de Portugal”, coordenada por Nuno Severiano Teixeira, Francisco Contente Domingues e João Gouveia Monteiro, editada este ano pel’A Esfera dos Livros.

O Prémio Joaquim Veríssimo Serrão, para História, patrocinado pela Fundação Engenheiro António de Almeida, no valor de 1.500 euros, vai para “Forais de Leiria”, obra coordenada por Saul António Gomes, editada este ano pela Textiverso.

O Prémio Professor Doutor Pedro da Cunha e Serra, no valor de 500 euros, que se destina a novos títulos na área dos Estudos de Onomástica, Antroponímia ou Arabismo, será entregue a Marco Daniel Duarte, pela obra “Contemplar o Paraíso. O Jardim de Santa Cruz de Coimbra (do século XVIII ao século XXI)”, editado este ano pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com o apoio da câmara conimbricense

O Prémio Possidónio Mateus Laranjo Coelho, no valor de 750 euros, é entregue a Maria Marta Lobo de Araújo, aluna da Universidade do Minho, pela obra “Oração, Penitência e Trabalho. O Recolhimento de Santa Maria Madalena e São Gonçalo de Braga (1720-1834)”, publicado este ano pelas Edições Húmus.

O Prémio de História 3.º Marquês de São Payo, no valor de 1.500 euros, é arrecadado pelo historiador José Manuel Garcia, pela obra “O Terrível. A Grande Biografia de Afonso de Albuquerque. O governador que dominou o Índico” editada este ano pel’A Esfera dos Livros.

O Prémio Lusitânia de História, no valor de 1.500 euros, distingue a obra de António Ventura “Chefes de Governo Maçons. Portugal (1835-2016)”, publicada pela Vega.

Além da entrega dos diferentes galardões, a historiadora Maria de Fátima Reis profere a conferência "Fé, ‘Razão Ilustrada’ e Santo Ofício em Portugal: o Clero na Maçonaria".

A APH foi fundada em 1720, por D. João V, e restaurada em 1936, sendo atualmente presidida pela historiadora Manuela Mendonça, distinguida na passada quinta-feira pelo Governo de Espanha com a Ordem Isabel, a Católica.

 Segundo o sítio da APH na Internet, esta é uma "instituição científica de utilidade pública, reunindo especialistas que se dedicam à reconstituição documental e crítica do passado, materializada na organização de eventos e publicações, nomeadamente de fontes e obras que, com o necessário rigor científico, facilitem a todos os portugueses o conhecimento da sua História".

A APH "desenvolve a sua atividade visando a permanente valorização e conhecimento do passado histórico português, com critério de isenção, mas sempre cultivando a importância da identificação de um povo com a gesta dos seus antepassados", e é um órgão consultivo do Governo em matérias da sua competência.

Foto: D.R./FMS

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