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O Prémio Literário Fundação Inês de Castro distingue este ano, por unanimidade, o poeta Armando Silva Carvalho, pela obra “A sombra do mar”, e atribui o Tributo de Consagração à obra de Fernando J.B. Martinho, anunciou a instituição.
A obra, “A sombra do mar”, foi escolhida “por ser a que mais originalidade e qualidade estético-literária” apresentou, “entre as obras publicadas em 2015”, justifica a Fundação, em comunicado enviado à agência Lusa.
O júri decidiu ainda distinguir o conjunto de obras do autor Fernando J.B. Martinho, com o Tributo de Consagração, um prémio de Carreira.
O catedrático jubilado de Letras da Universidade de Lisboa, J. B. Martinho, nascido em 1938, em Portalegre, cujos “trabalhos têm incidido especialmente sobre a Poesia Portuguesa Contemporânea", foi Leitor de Português nas Universidades de Bristol, no Reino Unido, e da Califórnia, em Santa Barbara.
A cerimónia de entrega do galardão está agendada para o dia 02 de abril, pelas 16:00, na Quinta das Lágrimas, em Coimbra, com as intervenções dos poetas Pedro Mexia e José Carlos Cortês, que fizeram parte do júri.
Armando Silva Carvalho receberá um troféu em prata e pedra, da autoria do escultor João Cutileiro, que “simboliza todo o drama e mistério que rodeia o episódio de Pedro e Inês”, refere a Fundação.
A obra “A sombra do mar” foi publicada pela editora Assírio & Alvim, e, afirma a Fundação em comunicado, “tem sido elogiada pela crítica e pelos leitores”, acrescentando a crítica feita pelo jornal i, que a definiu como "um livro exímio na forma como estranha o comum degenerado, em que o peso da idade é propulsor do gesto criativo, conferindo-lhe uma segurança própria para rasgar caminho, entre a sensatez, na urdidura do poema e a fulgurância do seu despiste verbal”.
Armando Silva Carvalho, a completar 78 anos no próximo dia 28, nasceu em Olho Marinho, no concelho de Óbidos, e é licenciado em Direito, pela Universidade de Lisboa. Exerceu advocacia por pouco tempo, optando em seguida pelo jornalismo, depois pelo ensino, a publicidade e pela tradução.
A sua obra tem vindo a ser reconhecida pela crítica e distinguida com diversos prémios, como o Grande Prémio de Poesia APE, o Prémio PEN Clube, o Prémio Fernando Namora e o Grande Prémio DST Literatura, realça a Fundação.
Além de Pedro Mexia e António Carlos Cortez, o júri do Prémio Literário Fundação Inês de Castro/2015 foi composto pelo catedrático de Letras José Carlos Seabra Pereira, que presidiu, e ainda pelo escritor Mário Cláudio e pelo poeta Fernando Guimarães.

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Esta é a 9.ª edição do Prémio Literário Fundação Inês de Castro, que já distinguiu obras de autores portugueses como Pedro Tamen, (2007), José Tolentino Mendonça (2009), Gonçalo M. Tavares (2011) Mário de Carvalho (2013) e Luís Quintais (2014), entre outros. 

Com o Tributo Consagração foram distinguidos Urbano Tavares Rodrigues (2007), António Osório de Castro (2008), Manuel Alegre (2009), Vasco Graça Moura (2010), Fernando Echevarria (2011), Almeida Faria (2012), Gastão Cruz (2013) e Nuno Júdice (2014).

Foto: Diário As Beiras/FMS

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