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Oito obras na área da historiografia são distinguidas com diferentes galardões, na quarta-feira, dia 02 de dezembro, na Academia Portuguesa da História (APH), no Palácio dos Lilases, ao Lumiar, em Lisboa, numa sessão em que serão evocados os 600 anos da conquista de Ceuta.

“Na próxima quarta-feira celebramos o Dia da Academia; na respetiva sessão às 15:00, que igualmente encerra o ano académico, será evocada Ceuta, na passagem dos 600 anos da respetiva conquista, sendo orador o catedrático João Marinho dos Santos, da Universidade de Coimbra”, disse à Lusa fonte da presidência da APH.
Seguir-se-á a entrega dos prémios nas diferentes áreas de estudo historiográfico.
O Prémio Fundação Calouste Gulbenkian em História Moderna e Contemporânea de Portugal, no valor pecuniário de 2.000 euros, vai para “A quarta porta do inferno”, de Jaime Gouveia, ensaio publicado pela Chiado Editora.
O Prémio Gulbenkian, na área de História da Presença de Portugal no Mundo, também no valor de 2.000 euros, distingue “Nas Margens do Hindustão. O Estado da Índia e a expansão mogol. Ca. 1570-1640”, de Jorge Flores, editado pela Imprensa da Universidade de Coimbra (IUC).
Na área de História da Europa, o Prémio Gulbenkian, de igual valor pecuniário, distingue a obra “Guerra e poder na Europa medieval. Das cruzadas à guerra dos cem anos”, obra coordenada por João Gouveia Monteiro, editada pela IUC.
O Prémio Joaquim Veríssimo Serrão, para História, apoiado pela Fundação Engenheiro António de Almeida, no valor de 2.500 euros, distingue a historiadora Maria José Azevedo Santos, por “As regras da regra – Santa Clara – códice do século XVI”, também com a chancela da IUC.

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O Prémio Professor Doutor Pedro da Cunha e Serra, para a área dos estudos de Onomástica, Antroponímia ou Arabismo, no valor de 500 euros, premeia Franquelim Neiva Soares, pela obra intitulada “D. Frei Bartolomeu dos Mártires. Visitações pastorais pessoais na arquidiocese primaz de Braga (1559-1582)”, editada pela arquidiocese bracarense.

O Prémio Possidónio Mateus Laranjo Coelho, no valor de 750 euros, vai para a obra “Da História cultural, social e das técnicas à História das bibliotecas na Idade Média europeia”, de Manuel Cadafaz de Matos, publicado pelas Edições Távola Redonda.
O Prémio de História 3.º Marquês de São Payo, no valor de 1.500 euros, é arrecadado pela historiadora Maria João de Figueiroa Rego, pela obra “Coletividades de Lisboa. Freguesia do Lumiar”, editada pelo Gabinete de Estudos Olisiponenses, da Câmara de Lisboa.
Finalmente, o Prémio Lusitania de História, também no valor de 1.500 euros, é entregue a Nuno Vila-Santa, pelo livro “Entre o reino e o império. A carreira político-militar de D. Luís de Ataíde. 1516-1581”, editado pela Imprensa de Ciências Sociais.

Foto: D.R./FMS

 

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