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A fadista Mísia atua hoje, dia 25 de março, no auditório Cenal Resit Rey, em Istambul, na Turquia, onde se estreou precisamente há 20 anos, recordou a criadora de “O manto da rainha”.

Mísia tem cantado regularmente na Turquia, e o alinhamento deste concerto é constituído pelo repertório do álbum duplo “Para Amália”, interpretando ainda em turco uma canção com um poema escrito por Ümit Yaşar Oğuzcan, “Biraz kül Biraz Duman”, que faz parte do seu álbum “Ruas”.
“O interessante é que, desta vez, volto ao mesmo auditório Cemal Resit Rey onde me apresentei, pela primeira vez, em 1996. Lembro que perguntei nessa altura quem tinha estado lá a cantar Fado antes de mim e disseram-me, que, bastantes anos antes, tinha sido Amália Rodrigues. Era a única referência que eles tinham e a melhor!”, disse Mísia à Lusa, cita o Correio da Manhã.
“Esta é, aliás, uma situação que se repetiu continuamente como, por exemplo, no Líbano, na Roménia, na Polónia, em Paris, no Olympia, no Festival de Jazz de Montreux, etc., países onde Amália era muito querida e, passados vários anos sem terem ouvido fado, eu ia lá cantar”, recordou a fadista.
“Um lapso de tempo passara desde o último concerto da única rainha do fado. Para mim era uma ajuda, sentia-me de certa forma protegida por Ela, Amália [com maiúsculas]. E, por isso, faz todo o sentido apresentar, nesses países, a minha prenda ‘Para Amália’”, rematou.
No palco turco, Mísia é acompanhada pelos músicos Fabrizio Romano, ao piano, Pedro Viana, na guitarra portuguesa, André Ramos, na viola, e Daniel Pinto, no baixo acústico.
Em janeiro último, Mísia apresentou este seu novo trabalho no Teatro Stary, em Lublin, no leste da Polónia, a 170 quilómetros de Varsóvia.
Em maio do ano passado, quando saiu o álbum, Mísia disse à Lusa que era “uma prenda a Amália Rodrigues”, e salientou que, para si, “foi importante ter mais de 20 de anos de trabalho num reportório próprio”, antes de abordar o de Amália, apesar de pontualmente ter já cantado temas da fadista falecida em 1999, nomeadamente “Lágrima” (Amália Rodrigues/Carlos Gonçalves),
“Amália, tal como Edith Piaf ou Billie Holiday, tem territórios que são dela. E, agora, senti que estava mais preparada, do que anteriormente, para saber construir um repertório que fosse 'amaliano', mas pegando nos temas que fossem de raiz, especialmente os poemas que Amália escreveu, que são muito importantes", justificou a fadista, distinguida com o Prémio Amália Internacional, em 2012.

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