Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Jacinta.jpg

 

“Jacinta. A profecia. A história de uma criança guiada pela fé”, é o novo título do escritor e argumentista Manuel Arouca que se converteu ao catolicismo em 1997, enquanto caminhava para Fátima.

“Desde aí, como escritor, guionista e produtor, apaixonou-se pela história de Fátima e, sobretudo, pela vida de Jacinta”, a mais novas dos três pastorinhos que testemunharam as visões em Fátima, em 1917.
Sobre a obra, a editora Oficina do Livro, que a chancela, afirma que o autor traça um perfil de Jacinta, a mais novas dos três pastorinhos, com sete anos, como “a mais irrequieta, a mais feliz, doce e também caprichosa”.
Jacinta “dança para alegrar os dias, os dela e os dos que a rodeiam. Entre o forte caráter e a alegria contagiante, esconde-se uma força maior do que ela. Mas que ainda é segredo. Naquele dia 13, ao sair para o pastoreio, como era habitual, a criança estava longe de saber o que iria acontecer. Ali, na Cova da Iria, onde tantas vezes brincava, vê, pela primeira vez, Nossa Senhora. A vida desta criança será, a partir daquele momento, diferente, tocada pelo transcendente. A menina dos olhos doces vê os seus sentidos apurarem, sente que aquela senhora, tão bonita, lhe vai mostrar um novo caminho. O da fé e do amor a Deus”, escreve a editora.
Esta obra “não é só a biografia de um dos três videntes de Fátima, indo além dos factos contados ao longo dos tempos, reconstrói os ambientes, devolve-nos à memória a vida num país rural, leva-nos numa viagem através da capacidade humana de resistir, sobreviver em nome da fé”, afirma a Oficina do Livro.
A pastora Jacinta Marto, que morreu em fevereiro de 1920, cerca de três após os acontecimentos em Fátima, “ofereceu o seu sofrimento pela salvação dos pecadores e deixou-nos um exemplo de bondade, humildade e amor, Manuel Arouca reconstrói esta história, de uma forma profundamente humana, para que nunca nos esqueçamos disso”, remata a editora.
Anteriormente, Manuel Arouca, nascido há 61 anos em Porto Amélia, em Moçambique, escreveu o romance “Filhos da Costa do Sol” (1984), que, segundo a mesma fonte, é “ainda hoje um dos livros mais vendidos da ficção nacional”, a que se seguiu “Ricos, bonitos e loucos”, desistindo, entretanto, da licenciatura em Direito, na universidade de Lisboa.
Em 2000 escreveu o argumento da telenovela “Jardins proibidos”, ao qual se seguiram os de “A joia de África” e “Baía de mulheres”.
Em 2004 optou por se dedicar por inteiro à literatura, tendo publicado entretanto, em 2004, “Deixei o meu coração em África”.
O realizador Jorge Paixão da Costa está a preparar, com o autor, uma série televisiva sobre a pastora.

Autoria e outros dados (tags, etc)




Bem-vindo


Parcerias


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D

Visitas

Flag Counter