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Na Basílica de Mafra é celebrada, no sábado, dia 04 de novembro, missa pontifical acompanhada a seis órgãos e coro gregoriano, pela primeira vez desde 1806, uma iniciativa da Real e Venerável Irmandade do Santíssimo Sacramento de Mafra.

A missa, às 14:30, é presidida pelo cardeal Raymond Leo Burke, patrono da Ordem de Malta, que foi nomeado, em setembro último, juiz do Tribunal da Assinatura Apostólica pelo Papa Francisco.
A eucaristia é acompanhada pelo coro do Instituto Gregoriano de Lisboa, sob a direção do maestro Armando Possante, e pelo conjunto dos seis órgãos da basílica, estando João Vaz no órgão do Evangelho, Sérgio Silva no da Epístola, David Paccetti Correia no de S. Pedro de Alcântara, Margarida Oliveira no do Sacramento, Diogo Rato Pombo no da Conceição e Isabel Albergaria no de Santa Bárbara.

 

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O interior da Basílica de Nossa Senhora e Santo António apresenta ornamentos encomendados nos reinados de D. João V e D. João VI, como revestimentos de varandim e frontais de altar, entre outros panos de aparato.

Estes panos são apresentados de 17 em 17 anos e estão expostos, excecionalmente, desde 22 de outubro, no âmbito das celebrações dos 300 anos da primeira pedra do Real Edifício de Mafra.
Ainda no sábado, às 16:30, na capela do Campo Santo, na entrada da ala norte do palácio, é apresentada a obra “Mafra Sagrada – Memória e património”, de vários autores, e exposta, excecionalmente, a custódia da irmandade.
"Plausivelmente realizada segundo projeto do arquiteto Mateus Vicente de Oliveira (1706-1785), cuja ligação a Mafra remonta ao seu período de formação e que era, desde 1736, membro da Irmandade do Santíssimo Rosário, sediada na Basílica de Mafra, a custódia, de prata dourada e com cerca de 70 centímetros de altura, apresenta-se como um exemplar particularmente significativo no âmbito da produção de ourivesaria setecentista portuguesa", afirmou a investigadora Teresa Leonor Vale, uma das autora da obra.
A autoria da custódia a Vicente de Oliveira é atribuída pela primeira vez por Teresa Leonor Vale, resultante das suas investigações em torno desta peça religiosa.
“Mafra Sacra - Memória e Património”, de 462 páginas, conta com a colaboração de vários investigadores, entre os quais José de Monterroso Teixeira, que participa na apresentação de sábado.
"A totalidade dos lucros da venda será aplicada nas intervenções de conservação e restauro de património cultural existente na Real Basílica de Nossa Senhora e de Santo António, das quais em devido tempo será divulgada informação”, segundo a irmandade.
O Real Edifício de Mafra, que inclui convento, basílica e palácio, além da tapada, foi mandado construir por João V, em cumprimento de um voto para obter sucessão e, segundo a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), “é o mais importante monumento do barroco em Portugal”.
Construído em pedra lioz da região oeste, o edifício ocupa uma área de cerca de quatro hectares, compreendendo 1.200 divisões, mais de 4.700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios e saguões, segundo dados da DGPC.

Fotos: RVISSM/FMS

 

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