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Mais de vinte editoras independentes participam de 24 a 26 de abril no primeiro Mercado de Música Independente, em Lisboa, uma iniciativa que acontece num "momento entusiasmante" da música portuguesa, disse à Lusa Rui Miguel Abreu, da organização.

Organizado em parceria com a junta de freguesia de Santo António, o Mercado da Música Independente realiza-se no Picadeiro Real, do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, na rua da Escola Politécnica, ao Príncipe Real.
Está confirmada a presença de 25 editoras portuguesas de todo o país, como a Metronomo, Mbari, AmorFúria, Meifumado, FlorCaveira, Groovie Records e Hey Pachuco!, para venda de discos e promoção de artistas com atuações no local.
"O mercado é uma conjugação de vários fatores. Já tinha sido pensado em 2014, como uma espécie de colagem ao Record Store Day, que tem a intenção de levar as pessoas às lojas, mas depois em Londres aconteceu também o 'Independent Label Market' e fez todo o sentido pensar numa coisa semelhante cá", disse Rui Miguel Abreu.
De acordo com o organizador, este mercado espelha o momento atual "entusiasmante" da produção discográfica portuguesa: "Têm saído imensos discos e há um tecido importante de editoras. A vanguarda da música pop portuguesa atual está nas editoras independentes".
Rui Miguel Abreu dá como exemplo artistas como os GNR, que editaram o mais recente álbum em edição própria, pela Indiefada, B Fachada, Capicua, ou as editoras FlorCaveira e AmorFúria.
Além da participação das editoras portuguesas, o mercado contará com uma editora internacional convidada, a norte-americana Drag City, "casa de Bill Callahan, Royal Trux, Joanna Newson ou, entre tantos outros artistas de relevo, Bonnie Prince Billy e Alasdair Roberts", refere a organização.
A abertura do mercado, a 24 de abril, contará com várias atuações, entre as quais a de Alasdair Roberts, músico escocês que editou este ano o mais recente álbum, homónimo.
Para Rui Miguel Abreu, nos últimos anos operou-se uma mudança no panorama da música portuguesa, com os artistas menos dependentes das grandes editoras: "Houve uma expansão com a Internet e a tecnologia facilitou bastante as coisas, permitindo um maior acesso às ferramentas de produção".
Se o mercado correr bem, a organização pretende que este aconteça duas vezes por ano.
Para a Junta de Freguesia de Santo António, o Mercado da Música Independente é "mais uma iniciativa de aproximação" às pessoas do bairro, na faixa etária entre os 20 e os 50 anos, disse à Lusa Filipa Veiga, do departamento de cultura.

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