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Liliana Martins realçou a “aprendizagem feita” na concretização do seu segundo álbum, “Meu Tempo”, em que se sentiu “mais liberta” e não “presa a determinados clichés”, em declarações à agência Lusa, cita o Notícias ao Minuto.

A fadista, de 33 anos, realçou “a aprendizagem feita desde o primeiro disco, ‘Corpo-Fado’ [saído em 2014], a maturação e a experiência, que se reflete agora num trabalho mais seguro, e mais facilitado".
Referindo-se ao primeiro álbum como “um disco de descobertas, de aprendizagens, de apalpar terreno para perceber como é que as coisas funcionam”, disse que este segundo CD “é um álbum em que essa experiência está mais assimilada, acabando por ser mais fácil controlar as emoções, ir para estúdio com um trabalho mais definido, ter um pouco mais de confiança e fazer as coisas de forma mais liberta e não estar presa a determinados clichés”.
“Meu Tempo” foi produzido por Valter Rolo, que também produziu o seu CD de estreia.
“Reunimos a equipa, o produtor Valter Rolo tem uma equipa de trabalho, e normalmente essas pessoas são sempre muito solicitadas para os seus trabalhos e eu gosto delas, da linguagem que usam, das músicas, dos poemas, e acho que é a união perfeita para o resultado de um trabalho bonito”, disse.
O CD conta com temas inéditos – música e letra – assinados por Valter Rolo e Manuel Graça (música), e Cátia Oliveira e Fernando Gomes dos Santos (letra), e também um poema da fadista Elsa Laboreiro, “Tempo da nossa vida”, que Liliana Martins canta no Fado Santa Luzia, de Armando Machado.
“O tema da Elsa Laboreiro é uma fadista que admiro e é uma referência para mim, daí ter sido importante ter um tema seu neste álbum, um tema em que se inspirou na minha vida e na minha história com o meu marido”, contou.
Os outros dois fados tradicionais que gravou foram o Fado Súplica, também de Armando Machado, no qual interpretou “O Tempo e a Vida”, de Fernando Gomes dos Santos, e o Fado Rosita, de Joaquim Campos, em que canta “Sonhos do Fado”, também de autoria de Gomes dos Santos.
Liliana Santos recria quatro temas, dois deles do repertório de Amália Rodrigues, “Júlia Florista”, que interpreta em dueto com Anabela, “Covilhã, cidade neve”, e ainda “Aqui tão perto de ti”, de Múcio Sá, e “Um tempo que passou”, de Chico Buarque, musicado por Sérgio Godinho.
Para a fadista, “manteve-se um pouco a linha do CD de estreia”, apesar de todos os temas escolhidos, num total de onze, “estarem numa onda um pouquinho mais otimista, mais alegre”.
“Acho que também é isto que as pessoas estão a precisar”, justificou a intérprete, acrescentando: “Temas alegres, que fiquem no ouvido, que gostem, que se identifiquem, que cantem connosco, mas também tem a sua parte intimista”.
Como fadista, Liliana Martins afirmou-se “amaliana”, considerando Amália Rodrigues uma referência direta, assim como Beatriz da Conceição, Carlos Ramos, Maria Amélia Proença, Camané, Ricardo Ribeiro e Elsa Laboreiro e “todas as pessoas que têm algo para ensinar”.
Neste CD, a fadista é acompanhada pelos músicos Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Luís Pontes (viola), Valter Rolo (piano e teclados), Vicky Marques (bateria e percussões), Xico Santos (viola baixo) e Múcio Sá (guitarras e cavaquinho) e Lino Guerreiro (saxofone).

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