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Kátia Guerreiro atua no domingo, no Festival Internacional de Artes de Rua - Almarte, em Almodôvar, no Baixo Alentejo, concerto com que inicia uma digressão por nove palcos.

Nesta digressão, em que é acompanhada pelos músicos Pedro Castro e Luís Guerreiro, na guitarra portuguesa, João Veiga, na viola, que acompanha Kátia Guerreiro desde o início da carreira da cantora, e Francisco Gaspar, na viola baixo, o destaque dos concertos é o seu mais recente álbum, "Até ao Fim", disse à agência Lusa a sua produtora, segundo o Notícias ao Minuto.
Em dezembro de 2014, quando editou o CD, a fadista disse à Lusa que "Até ao Fim" revela "uma viragem e, ao mesmo tempo, uma definição de carreira".
O álbum, editado pela Uau, é constituído por 12 temas, um deles com música e letra assinadas pela fadista, pela primeira vez, e intitula-se "Eu gosto de ti (canção para a Mafalda)", uma dedicatória a sua filha.
Esta inspirou também outro fado, "Nesta noite", com música e letra de Paulo Valentim, que já assinou outros temas para a fadista, como "Segredos".
Kátia Guerreiro disse que os quase 18 anos de carreira lhe ensinaram muito. “Há um conceito musical composto por várias experiências e convivências musicais”, realçou.
Amália Rodrigues continua a ser “uma matriz” no seu percurso, reconheceu a fadista que, neste álbum, recria, do repertório da diva, “À Janela do meu peito”, de Alberto Janes, e ainda “Quero Cantar para a Lua”, de autoria da própria Amália, poema musicado por Pedro Castro, um dos músicos que a acompanha.
Depois de atuar no Festival Almarte, em Almodôvar, a criadora de “Segredos” segue para Lisboa, onde participa no ciclo "Lisboa a Sorrir com Herman José", na freguesia do Beato, no dia 02 de junho.
No dia 08 de junho, Kátia Guerreiro atua no Consulado de Portugal, em Sevilha, no sul de Espanha, regressando a território nacional, para atuar no 10 de junho, Dia de Portugal, no Jardim Municipal de Oeiras, no âmbito das festas do concelho.
No dia 16 de junho, a criadora de “Mentiras” (Rita Ferro/Pedro Castro) atua no Cine Teatro Municipal de Elvas, no Alto Alentejo, de onde segue para Vila Real, onde canta, no dia 18, na Casa de Mateus, na cerimónia de entrega do Prémio literário D. Diniz a Mário Cláudio, pelo seu romance “Astronomia”, num concerto de homenagem ao escritor Vasco Graça Moura (1942-2014).
O álbum inclui dois poemas de Vasco Graça Moura, “Até ao Fim”, que dá o título ao trabalho, e “As Quatro Operações”, musicados respetivamente por Tiago Bettencourt e por Pedro Castro com Bettencourt.
Outro poeta que a fadista escolheu, e que já tinha interpretado, é Sophia de Mello Breyner Andresen, de quem gravou “Sei que estou só”, que Bettencourt musicou.
No dia 24 de junho, a fadista atua na catedral da Cidade do Luxemburgo e, nos dias 28 e 29 de junho, atua, respetivamente, na Figueira da Foz, no Forte de Santa Catarina, e em Santa Maria Feira, no Europarque, acompanhada pela Orquestra Nacional de Jovens, dirigida pelo maestro Cristiano Silva.
Kátia Guerreiro, que se iniciou musicalmente num grupo folclórico dos Açores, estreou-se discograficamente com “Fado Maior”, e foi distinguida com um Prémio Amália, quando completou dez anos carreira.

Foto: Diário deTrás-os-Montes/FMS

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