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O romance inédito de Agustina Bessa-Luís “Deuses de Barro”, escrito na sua juventude, vai ser publicado em novembro, pela Relógio d’Água, com prefácio da pintora Mónica Baldaque, divulgou a editora.

Até dezembro, a editora dirigida por Francisco Vale, prevê editar 45 títulos, entre os quais “Deus de Barro”, obra da qual se perdeu o manuscrito, mas de que se encontrou o dáctilo-escrito, e que Agustina Bessa-Luís assinou com o pseudónimo de María Ordoñez.
Da escritora, nascida há 94 anos em Vila Meã, Amarante, serão publicados, em novembro, “O Manto”, com prefácio de João Miguel Fernandes Jorge, “As Pessoas Felizes”, prefaciado por António Barreto, além do inédito “Deuses de Barro”; em setembro, será publicdo “Vale Abraão”, prefaciado pelo escritor António Lobo Antunes, em outubro, “Fanny Owen”, com prefácio de Hélia Correia, “Os Meninos de Ouro”, prefaciado por Pedro Mexia, e “O Mosteiro”, com prefácio de Bruno Vieira Amaral.
Entre as novidades anunciadas, está previsto, em novembro, a publicação de um livro novo, “ainda sem título”, do filósofo José Gil, que em 2012 recebeu o Prémio Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora, e foi considerado pelo semanário francês Le Nouvel Observateur, um dos 25 grandes pensadores atuais, a nível mundial.
Neste mês de julho, a Relógio d’Água projeta publicar cinco títulos, a saber, “Momentos Decisivos da Humanidade”, de Stefan Zweig, a biografia “Fernão de Magalhães”, também de Zweig, “O Vale dos Assassinos e Outras Viagens pela Pérsia”, de Freya Stark, “Preparação para a Noite”, do português Jaime Rocha, e “Sobre a Tirania: Vinte Lições Retiradas do Século XX”, de Timothy Snyder.
Em agosto, serão publicados o policial “Maigret e o seu Morto”, de Georges Simenon (1903-1989), e ainda deste autor belga, o romance “O Quarto Azul”, além de “Os Três Estigmas de Palmer Eldritch” e “Ubik”, ambos do norte-americano Philip K. Dick (1928-1982).
Em setembro, está prevista a edição de três obras de outros autores portugueses, além de Agustina Bessa-Luís: “Dia Alegre, Dia Pensante, Dias Fatais”, de Maria Filomena Molder, “Tempo de Escolha”, de António Barreto, e “A Ciência das Sombras”, de Bernardo Pinto de Almeida.
Ainda nesse mês a Relógio d’Água prevê colocar no mercado “Mr. Fox”, de Helen Oyeyemi, “Um Deus em Ruínas”, de Kate Atkinson, “Ou-Ou, Segunda Parte”, de Søren Kierkegaard, e “O Pangolim e Outros Poemas”, de Marianne Moore.

Também em setembro se publicará “Pensamentos”, do matemático e filósofo francês do século XVII Blaise Pascal, e “Este Ofício de Poeta”, do argentino Jorge Luis Borges (1899-1986).

 

Em outubro, além dos três títulos de Agustina Bessa-Luís, que nesse mês completa 95 anos, a Relógio d’Água tem previsto a publicação de oito livros, entre os quais “A Autobiografia de Alice B. Toklas”, de Gertrude Stein, e “Os Diários”, de Virginia Woolf.
De Gonçalo M. Tavares, autor distinguido em 2005 com o Prémio José Saramago, é publicado, também em outubro, “Breves Notas sobre Literatura — Bloom”.
Neste mês serão também publicados “As Variedades da Experiência Religiosa”, de William James, “A China em Dez Palavras”, de Yu Hua, “Não, Não Chega”, de Naomi Klein, “Nati Liquidi”, de Zygmunt Bauman e Thomas Leoncini, e ainda, “Poemas Escolhidos”, do irlandês William Butler Yeats (1865-1939), que recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1923.
Novembro é o mês com o maior número de títulos a publicar - catorze -, e dezembro tem o menor número, apenas um, “No Verão”, do norueguês Karl Ove Knausgård, de quem a editora já publicou três volumes de “A Minha Luta”, e “No Outono”.
Em novembro, além dos três títulos previstos da autora de “A Sibila”, e do novo livro de José Gil, está previsto a publicação de “Um Bailarino na Batalha”, de Hélia Correia, autora distinguida com o Prémio Camões, em 2015, entre outros galardões, como o Prémio D. Diniz, em 2001, e o P.E.N. Clube Português de Poesia, em 2013.
Ainda em novembro, será publicado “Na Primavera”, de Karl Ove Knausgård, autor de 48 anos, que estudou História da Arte e Literatura na Universidade de Bergen, na Noruega, e atualmente vive em Malmö, na Suécia.
Ainda no penúltimo mês do ano, é levado à estampa “Píticas”, do poeta helénico Píndaro (522-443 antes de Cristo), “A Coragem do Desespero”, de Slavoj Zizek, “Ressurreição”, de Lev Tolstói, “O Eco das Cidades Vazias”, de Madeleine Thien, “Passagem para a Índia”, de E.M. Forster, “Mulheres Excelentes”, de Barbara Pym, “A Minha Luta 5”, de Karl Ove Knausgård, e, no âmbito do Projeto Shakespeare, “A Tempestade”, do dramaturgo, poeta e ator inglês William Shakespeare (1564-1616), que viveu essencialmente durante o reinado de Isabel I.

Foto: Beiras.pt/FMS

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