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O Teatro Municipal S. Luiz, em Lisboa, apresenta uma programação, até fevereiro próximo, que inclui fado, ópera, dança, teatro, circo, palestras, abrindo com uma homenagem ao compositor José Luís Tinoco.
“Os lados do mar – José Luís Tinoco” é o título do espetáculo sob a direção musical de Laurent Filipe, no dia 12 de setembro, e que conta com a participação de Carlos do Carmo, que gravou um álbum exclusivamente com composições de Tinoco, Carminho, Camané, Cristina Nóbrega, fadista que gravou canções do autor em 2012, Lilian Rraquel, André Sarbib, João Paulo Esteves da Silva, Pedro Jóia e Carlos Azevedo, entre outros.
José Luís Tinoco, de 81 anos, assinou canções como “No teu poema”, “Um homem na cidade”, “Madrugada”, que venceu o Festival RTP da Canção em 1975, e "Os lobos", entre dezenas de outras.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa abre a sua temporada nesta sala, no dia 14 de setembro, com um concerto dirigido por Pedro Amaral, em que é solista o violoncelista Pavel Gomziakov. Do programa faz parte “Six Portraits of Pain” ("Seis retratos de dor"), de António Pinho Vargas, obra estreada na inauguração da Casa da Música, no Porto.
A programação inclui a sala principal do Municipal S. Luiz, o Jardim de Inverno e o Teatro-Estúdio Mário Viegas, e dedica um espaço aos “mais novos”, divulgou aquele teatro.
“O São Luiz desafiou os artistas”, que se apresentarão neste teatro, “a criar propostas específicas para os mais novos”, tendo escolhido “criteriosamente” os projetos, segundo a mesma fonte. Desta programação fazem parte concertos de Rita Red Shoes e Sara Tavares, no “sub-palco”, e ainda dos Noiserv, Peixe Lua e do pianista Pedro Burmester, com o Quarteto de Cordas de Matosinhos, e o espetáculo “O Elefante e a Grua”, de Lavínia Moreira, entre outros.
A “Ode Marítima”, de Álvaro de Campos, encenada por Natália Luiza, com Diogo Infante, volta à cena a 25 de setembro, para ficar até 04 de outubro, depois de se ter estreado, neste teatro, em março último.
A arte de Talma ocupa, aliás, grande parte da programação e, até fevereiro, estarão em cartaz “Ana Bola sem filtro”, um monólogo com texto e interpretação da atriz de 62 anos, com 40 de carreira, “Albertine, o Continente Celeste”, de Gonçalo Waddington, “Teorema”, de John Romão, “Punk Rock”, de Simon Stephens, pelos Artistas Unidos, “Marleni – Divas Prussianas, Loiras como Aço”, de Thea Dorn, pela Escola de Mulheres, “As Ondas”, uma criação de Sara Carinhas, a partir de textos de Virginia Woolf, e “MoMo”, de Flávia Gusmão e Michel Blois.
Outra área que ocupa uma parte significativa da programação é a música – ligeira, urbana e erudita.
A Metropolitana, além do concerto de abertura da temporada, protagoniza o de Natal, com o coro Lisboa Cantat, e apresenta a ópera “Lady Sarashina”, de Péter Eotvos, encenada por Rares Zaharia e direção musical de Pedro Amaral.
No S. Luiz apresentar-se-ão ainda a Orquestra Sinfónica Juvenil, com um programa de música austríaca dos séculos XVIII e XIX, a soprano Ana Maria Pinto e o pianista Nuno Vieira de Almeida, num recital em memória de Aristides Sousa Mendes, e o pianista Pedro Burmester, que vai atuar no Jardim de Inverno, com o Quarteto de Cordas de Matosinhos, em fevereiro.

 


A programação musical prevê ainda espetáculos de Rita Red Shoes e Sara Tavares, a celebrar 20 anos de carreira, a apresentação do Lisbon String Trio, constituído por Carlos Barretto, Bernardo Couto e José Peixoto, a atuação do brasileiro Vítor Ramil, concertos do fadista João Braga e do músico Pedro Jóia, a solo e em trio.
Na área da dança, a Companhia de Olga Roriz celebra 20 anos e apresenta, em fevereiro, um livro sobre o seu historial e, em palco, as coreografias “Retrospetiva” e “A Cidade”, além do espetáculo “Pets”, estando também prevista a exibição de vídeos do repertório da companhia.
Na área da dança, a estrutura Eira estreia, em dezembro, “Golden”, de Tiago Cadete.
Em novembro, a sala principal do teatro é o cenário de “Cirque Alfonse”, uma trupe da região canadiana do Quebeque, que se inspira no folclore local, segundo o teatro.
Pelo S. Luiz vão passar ainda os festivais Pedras’14 e do Flamenco, ambos em outubro, o Temps D’Images, em novembro, a IX Gala Amália, no dia 06 de outubro, com a entrega de prémios, e a Gala Abraço, no dia 01 de dezembro.

 

Foto TMSL: Steve Stoer/FMS

Foto P. Burmester: ONC Produções Culturais/FMS

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