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O álbum de estreia da guitarrista Marta Pereira da Costa, editado pela Warner Music, conta com as participações, entre outros, dos portugueses Dulce Pontes, Camané, Rui Veloso, Pedro Jóia e Filipe Raposo, do camaronês Richard Bona e da iraniana Tara Tiba, atualmente a residir na Austrália, por estar proibida de cantar no seu país natal.
Com este primeiro álbum, Marta Pereira da Costa pretende dar “outras respirações à guitarra portuguesa, quer enquanto solista, quer como instrumento acompanhador, não a restringindo ao fado”.
Em declarações à agência Lusa, citadas pelo Notícias ao Minuto, a guitarrista afirmou: “A minha ideia era utilizar a guitarra portuguesa em vários estilos musicais, sendo ela o fio condutor de todo o álbum, interpretando música portuguesa, ‘world music’, jazz, fado…”, realçando a vontade de “fazer uma coisa diferente e não deixar a guitarra portuguesa agarrada ao fado”.
“O objetivo era fugir ao estigma do fado e dar dimensão à guitarra portuguesa, que não deve estar só cingida ao fado, dadas as suas características, pois tem uma sonoridade e um timbre muito próprios”, disse a música.
Dos treze temas que constituem o álbum, três são de autoria da guitarrista, entre os quais o de abertura, “Terra”, e um outro é assinado em parceria com Pedro Pinhal, “Viagem”.
Outros compositores são Carlos Paredes (“Canto do rio”), Ariel Ramirez (“Alfonsina y el mar”), Mário Laginha (“Folia”) e Pedro Jóia (“Ícaro”).
A guitarrista afirmou que se sente “mais confiante” a tocar guitarra, mas que “está tudo no começo”.
A guitarrista dedica "oito horas por dia e, até às vezes mais”, ao estudo do instrumento, que começou a dedilhar em 2007, mas de forma “mais efetiva, a ponto de abandonar a licenciatura em engenharia”, desde 2012.
“Os momentos do quotidiano, nomeadamente a vivência com os meus dois filhos, enriquecem-me e eu também quero passar isso para a música, e este disco é para eles”, disse.

Referindo-se a alguns dos convidados, afirmou que Camané, que interpreta o Fado Laranjeira, de Alfredo Marceneiro, com a letra original de J. César Valente, é, para si, “a grande referência do fado” e o seu "fadista de eleição", e faz neste CD uma ligação clara da guitarra ao fado, daí a escolha de uma melodia tradicional.

“A Dulce [Pontes], como o Rui Veloso, são as vozes portuguesas que mais adoro, desde sempre, de quem sou fã e que sigo desde pequena. Fazia pois todo o sentido tê-los neste meu disco”, justificou.
Dulce Pontes interpreta “É ele que canta em mim”, que escreveu e compôs, e Rui Veloso, “Casa encantada”, uma letra de Manuela Mendonça, com música sua.
Quanto ao baixista de jazz Richard Bona, de quem se afirmou “uma fã”, Marta Pereira da Costa realizou um “workshop” com o músico e “aventurou-se” a convidá-lo, tendo gravado “Encontro”, uma música de Rogério Charraz.
“É um luxo ter um músico como Richard Bona no disco”, disse a guitarrista, que acrescentou: "Às vezes é preciso ter lata, e aventurarmo-nos, que vale pena”.
Com a cantora Tara Tiba gravou “Moon”, uma letra de Rumi e música da própria e de Diogo Clemente, o músico que a apresentou a Marta Pereira da Costa.

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