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Luísa Amaro apresenta-se a solo na quarta-feira, dia 08, no Palácio de Fronteira, em Lisboa, num recital que qualificou como “um diálogo no feminino”.
“A proposta foi da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, e serei só eu e a guitarra portuguesa. Um diálogo no feminino”, disse Luísa Amaro.
Nota da organização enviada à Lusa explica que se trata de “um concerto pensado para tirar partido da acústica única da Sala das Batalhas do Palácio Fronteira”, em S. Domingos de Benfica, em Lisboa.
Este palácio foi “construído numa época em que a invenção do microfone era inimaginável e este salão do século XVII permite ouvir ao vivo, sem a mediação de artefactos técnicos, todos os sons produzidos pelo dedilhar delicado das cordas”, segundo a organização.
A compositora e intérprete Luísa Amaro apresenta, neste espetáculo, músicas que, pela sua delicadeza ou especificidade, são pouco adequadas às grandes salas de espetáculos, sem o auxílio (e inevitável distorção sonora) de amplificadores”, segundo a organização.
Luísa Amaro adiantou à agência Lusa que do alinhamento do recital farão parte, entre outras, as composições “Maio de 78”, de Jorge Gomes, “Canto de embalar”, de Carlos Paredes, e, de sua autoria, “Cacilda”, ”Jardim da Sereia”, “Canção para Carlos Paredes” e “muitas das músicas dos dois últimos CD, ‘Meditherranios’ e ‘Argvs’”.
Luísa Amaro estudou Guitarra Clássica no Conservatório Nacional de Lisboa com Lopes e Silva e prosseguiu os estudos em Barcelona e Castres, em França. Entre 1984 e 1993 tocou com Carlos Paredes (1925-2004), que acompanhou em guitarra clássica “em centenas de concertos por todo o mundo”, segundo informação da discográfica Althum que editou os dois mais recentes CD da guitarrista.
Desde 1996 Luisa Amaro dedica-se à guitarra portuguesa como compositora e intérprete, tendo sido, segundo a mesma fonte, a primeira mulher a gravar como intérprete de guitarra portuguesa.
O álbum “Argvs” (2014) é a sua quinta produção como instrumentista de guitarra portuguesa, que sucedeu a “Canção para Carlos Paredes” (2004), e “Meditherranios” (2009).
Em 2010 gravou “Geração do Novo Cancioneiro”, acompanhando à guitarra portuguesa poemas ditos por Maria Barroso, e em 2011, “A Raiz da Pele”, poemas inéditos de Guilherme de Melo ditos por Victor de Sousa com música de Luísa Amaro.
O recital realiza-se no Dia Internacional da Mulher, uma efeméride que, para Luísa Amaro, “faz todo o sentido em celebrar, hoje mais do que nunca”.

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