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Raquel Tavares é uma das presenças na Gala Carlos Zel, que se realiza no dia 14 maio no Casino Estoril, e conta também com as participações, entre outros, de Ricardo Ribeiro e Ana Moura.

Do cartaz fazem também parte Vicente da Câmara, Cuca Roseta, Mafalda Arnauth e Pedro MoutinhoOs fadistas serão acompanhados por Ângelo Freire, na guitarra portuguesa, Pedro Marreiros, na viola de fado, e André Moreira, na viola baixo, que se estreiam nesta gala.
Raquel Tavares, em 1997, então com 12 anos, venceu a Grande Noite do Fado de Lisboa, mas só editou o seu primeiro álbum cerca de dez anos depois. Em 2005 foi a atração nacional da revista “Arre Potter que é demais!”, encenada por Mário Raínho, e, no ano seguinte, recebeu o Prémio Amália Rodrigues Revelação.
A fadista fez parte do grupo de músicos do CD/DVD de homenagem a Adriano Correia de Oliveira, editado em 2007, no qual interpretou o tema "Cantar para um Pastor", tendo ainda participado noutro tributo no mesmo ano, no documentário de João Pedro Moreira, "Não me obriguem a vir para a rua gritar: Tributo a Zeca Afonso".
Na primavera de 2008 editou o segundo álbum, “Bairro”, produzido pelo músico Diogo Clemente, do qual irá interpretar alguns temas no palco do salão preto e prata do Casino.
A fadista tem atuado regularmente no estrangeiro, tendo sido um dos nomes escolhidos por Portugal, para se apresentar na Exposição Universal de Xangai, na China, em 2010.
Dos nomes em cartaz da Gala destaca-se o do veterano Vicente da Câmara, autor e criador de “A moda das tranças pretas”, com mais de 60 anos de carreira artística, distinguido com vários prémios, entre os quais o Prémio Amália Carreira, em 2009.

Ricardo Ribeiro atua na Galça recém-chegado do Festival  de Fado de Bilbau, onde atuou na sala BKK. O criador de “Nas linhas da mão” foi acompanhado pelos músicos Pedro de Castro, na guitarra portuguesa, Jaime Santos Jr., na viola e Francisco Gaspar, na viola baixo.
Em comunicado, o Casino salienta que o espetáculo “combina diferentes formas de exprimir a canção nacional”, subindo ao palco do salão preto e prata “intérpretes com estilos muito próprios, que têm dado contributos relevantes para a recuperação do Fado como uma lídima expressão do sentimento português”.
A gala homenageia a figura do fadista Carlos Zel, falecido em fevereiro de 2002, que foi responsável, desde novembro de 2000, das “Quartas de Fado” no Casino.
Carlos Zel pisou os palcos durante cerca de 30 anos. Iniciou a carreira em 1967 e editou cerca de três dezenas de discos, entre álbuns e EP. O último álbum foi editado postumamente, em 2010, e recupera gravações feitas durante o ciclo de espetáculos dirigido pelo fadista no Wonder Bar no Casino, entre 2000 e 2002.

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