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Filipa Cardoso antecipa o próximo álbum no concerto de sexta-feira, dia 17, no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, no âmbito do ciclo “Há Fado no Cais”, uma parceria desta Fundação com o Museu do Fado.
“Vou fazer um concerto muito ao meu jeito, um concerto muito Filipa, com alguns fados tradicionais, marchas de Lisboa e temas de folclore”, disse a fadista à agência Lusa, tendo adiantado que vai “levantar um pouco do véu” do seu próximo álbum, a sair ainda este ano.
Filipa Cardoso, que terminou recentemente uma digressão por 12 palcos austríacos, afirmou-se “nervosa” e “apavorada” por ir enfrentar o “seu público”.
“Fico sempre mais nervosa quando dou de frente com o meu público, que é aquele que me eleva e me derrota, muito mais do que cantar fora, [em Portugal] é uma grande responsabilidade”.
No palco do pequeno auditório do CCB, Filipa Cardoso vai ser acompanhada pelos músicos André Dias, na guitarra portuguesa, Miguel Ramos, na viola, Vasco Sousa, na viola baixo, e João Balão, na percussão.
Quanto ao alinhamento, além de temas do álbum “Cumprir seu Fado”, a fadista irá interpretar “alguns temas que as pessoas não estão muito habituadas” a ouvir, mas que se vai “atrever” a cantar.
“Cuidei que tinha morrido” (Pedro Homem de Mello/Alain Oulman), “Ai, Chico, Chico” (António Vilar da Costa/Nóbrega e Sousa), do repertório de Amália Rodrigues, e “Ausente” (Jorge Fernando/Custódio Castelo).
“Não os cantei antes por receio, mas trabalhei-os e vou cantá-los neste concerto no CCB. Vou cantá-los do estilo ‘é ao meu tamanho’. A Dona Amália [Rodrigues] é intocável, nunca irei cantar melhor que ela, mas certamente diferente, será ao meu jeito”, argumentou.
“Este é um dos grandes atrativos do fado, além da melodia, o fado vive muito das palavras e das nossas vivências, e daí poder ser sempre diferente, nunca é o mesmo”, disse a fadista que começou a cantar aos 15 anos, fez uma pausa, entretanto, e retomou aos 23.
Relativamente ao concerto no CCB, a fadista rematou: “Este vai ser um concerto com muito garra”.
Filipa Cardoso venceu em 2003 o concurso “O Fado Mora na Feira”, em Lisboa, e dois anos depois a Grande Noite do Fado, também na capital.
Em 2005, estreou-se na revista em “Arre Potter que é demais!”, à qual se seguiu uma digressão pelo país, e voltou ao Parque Mayer em “A revista é liiiinda” e “Já viram isto?!?”.
Em 2014 faz parte do elenco de “Tropa Fadanga”, que o Teatro Praga levou à cena no Nacional D. Maria II, em Lisboa.
Estreou-se discograficamente em 2005, com “Fragmento de Fado” e, no ano seguinte, foi convidada para participar na II Gala dos Prémios Amália, em Lisboa.
Em 2009 gravou o álbum “Cumprir seu Fado”, no qual contou com a participação de Argentina Santos no “Fado Herança”.

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