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O Festival de música sacra, Terras sem Sombra, realiza-se em oito concelhos do Baixo Alentejo de 11 de fevereiro a 01 de julho, sob o mote “Do Espiritual na Arte: Identidades e Práticas Musicais na Europa dos Séculos XVI-XX”.
Fonte do certame explicou à agência Lusa que o mote “lembra o título de uma célebre obra Wassily Kandinsky, que se centra no diálogo entre a Arte e o Sagrado, numa perspetiva aberta e ecuménica, em que convivem o Cristianismo, o Judaísmo e o Islão, como foi timbre, durante séculos a fio, na Península Ibérica”.
“O fio condutor do Festival mantém-se, os concertos realizam-se aos sábados, sempre em monumentos, maioritariamente igrejas que sobressaem pelo valor patrimonial e pelas condições acústicas”, e “mantêm-se também, nas manhãs de domingo, as ações de voluntariado para a salvaguarda da biodiversidade dos diferentes concelhos”.
Quanto às ações de biodiversidade, “terão como destino espaços que se destacam por serem exemplo de boas práticas, ao nível do empreendedorismo ou da inovação, como turismos rurais, comunidades autóctones, unidades transformadoras, entre outros”.
Em 2017 haverá uma novidade, espaços que estão normalmente fechados ao público, abrem as suas portas para uma visita guiada, no sábado à tarde, sendo esta mais uma oportunidade para conhecer o património mais representativo do Baixo Alentejo”, disse a mesma fonte.
Espanha é o país convidado do Festival em 2017, sucedendo ao Brasil, adiantou a mesma fonte, acrescentando que “a música continua a ser a ‘porta’ de entrada para o conhecimento desta região”.
A direção artística do Festival, que irá passar por Almodôvar, Sines, Santiago do Cacém, Ferreira do Alentejo, Odemira, Serpa, Castro Verde e Beja, é do crítico musical espanhol Juan Ángel Vela del Campo, que garantiu as duas edições anteriores.
O Prémio Internacional Terras sem Sombra, nas categorias Música, Património e Biodiversidade, será entregue, em Sines, no dia 01 de julho, segundo a mesma fonte.

 

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O Festival, realçou a mesma fonte, tem ainda uma outra missão, a de “incentivar e dar a conhecer os produtos regionais”, e este ano, depois do medronho de Almodôvar, em 2014, e do vinho da casta Antão Vaz da Adega da Vidigueira, em 2017 será o azeite da Cooperativa Agrícola de Beja e Brinches.
O Festival, iniciado em 2003, contou no ano passado com cerca de 5.000 espetadores, segundo a mesma fonte, que salientou ter sido considerado um dos cinco melhores festivais do género na Europa.
O Terras sem Sombra, uma organização da Pedra Angular-Associação dos Amigos do Património da Diocese de Beja, em estreita ligação com o Departamento do Património da Diocese, assenta em três pilares: Música, Património e Biodiversidade, e na 13.ª edição, em 2017, pretende sobrelevar ainda mais estes três eixos, explorando e indo ao encontro de um território de gentes, cultura, inovação e empreendedorismo”.

Fotos:FTSS/FMS

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