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A Orquestra Gulbenkian, os músicos Hansjörg Schellenberger, Maria Elisabeth Lott e Sebastian Klinger são alguns dos nomes do Festival Cantabile que se realiza de 14 a 16 de setembro, em Lisboa e Sintra, anunciou o Goethe-Institut.

O Festival apresenta três concertos e é dirigido artisticamente pela violetista Diemut Poppen, que participa nos três concertos.
Galardoada com o European Music Prize, Diemut Poppen é atualmente professora em Lausanne, na Universidade de Música de Detmold, e na Escola de Música Reina Sofia, em Madrid. Poppen é fundadora e diretora artística do Cantabile Festival desde 2010, e dos Rigi Musiktage, na Suíça.
A violetista tem estreado obras compostas para si, nomeadamente o Concerto para Violeta, de António Pinho Vargas, no ano passado.
O concerto inaugural, no dia 14 de setembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, é protagonizado pelo Coro e pela Orquestra Gulbenkian, dirigidos pelo maestro José Eduardo Gomes, que interpretam de Johann Sebastian Bach, o Concerto para Oboé e Violino, em dó menor, de Giya Kancheli, Styx, para violeta, coro e orquestra, e, de Johannes Brahms, o Concerto para Violino, Violoncelo e Orquestra, em lá menor.
Neste concerto são solistas o oboísta Hansjörg Schellenberger, a violinista Maria Elisabeth Lott, o violoncelista Sebastian Klinger, e Diemut Poppen.
O Palácio da Vila, em Sintra é o segundo cenário do Festival, para um concerto dirigido por Diemut Poppen, em que serão interpretadas as Variações Goldberg, de J. S. Bach, versão para trio de cordas, de autoria de Dmitry Sitkovetsky, no dia 15.
Diemut Poppen salienta, em comunicado enviado à agência Lusa, que “um dos destaques do Cantabile é uma das obras-primas mais conhecidas de J. S. Bach, as ‘Variações Goldberg, numa versão raramente executada para cordas, estabelecida por Dmitry Sitkovetsky em 1982, o violinista famoso que transcreveu as ‘Variações de Goldberg’ para o String Trio, após a morte de Glenn Gould, como homenagem ao pianista canadiano, cujo nome estará sempre ligado a esta composição”.
Além de Diemut Poppen, tocam Maria Elisabeth-Lott e Sebastian Klinger.
O concerto final, no dia 16 de setembro, é no Museu do Dinheiro, instalado na antiga igreja de S. Julião, no qual será interpretada a Serenata n.º 10, em Si Bemol Maior, “Gran Partita”, de Wolfgang Amadeus Mozart, e a composição “Noite Transfigurada”, de Arnold Schönberg.
Este programa será interpretado por um agrupamento formado pelos solistas do festival - Hansjörg Schellenberger (direção), Diemut Poppen, Maria-Elisabeth Lott e Sebastian Klinger - e por solistas da Orquestra Gulbenkian - Pedro Ribeiro e Nelson Alves (oboé), Esther Georgie e José Mosqueda (clarinete), Iva Barbosa e Bruno Graça (“cors de basset”), Ricardo Ramos e Vera Dias (fagote), Gabriele Amarù, Eric Murphy, Kenneth Best e Darcy Edmundson-Andrade (trompa), Jordi Rodriguez (violino), Lu Zheng (violeta), Varoujan Bartikian (violoncelo) e Pedro Vares de Azevedo (contrabaixo).

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