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A exposição “500 anos da procissão em honra de Nossa Senhora” patente no Museu Municipal de Coruche, no Ribatejo, apresenta, entre outras peças o “fato rico”, peças de ourivesaria e testemunhos fotográficos.
O ponto de partida da exposição é “a ordenação que D. Manuel I em 1516 para que se organizasse, por todo o Reino e em cada ano, uma procissão, o mais solene possível, em honra de Nossa Senhora”, explicou à Lusa a coordenadora da exposição, Ana Maria Correia, cita o Notícias ao Minuto.
“A Coruche esta ordem chegou por carta de D. Jorge de Lencastre, administrador da Ordem de Avis”, cujo território incluía na época Coruche".
A exposição partiu de uma investigação por si feita no Arquivo Histórico da Irmandade de N. S. do Castelo, e contou com “a colaboração de diversos especialistas em várias áreas”, designadamente do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, “no estudo do fato rico de Nossa Senhora, bem como de algumas alfaias litúrgicas da coleção de ourivesaria”.
Além do fato rico e das alfaias litúrgicas, nomeadamente um turíbulo, uma naveta e duas galhetas, a exposição, que estará patente até 07 de janeiro próximo, inclui ex-votos datados do século XVIII, e outros mais recentes, assim “como centenas de fotografias de militares que estiveram no Ultramar e que preenchem as paredes da sacristia da ermida do castelo”, e registos fílmicos da década de 1940 e da atualidade, bem como cartazes antigos e "inúmeras fotografias de época representativas do percurso da procissão pelas ruas da vila.
Além do acervo da Irmandade de N. S. do Castelo, a exposição conta com peças de coleções particulares, testemunhos da devoção coruchense à Senhora do Castelo.
“Vão estar expostas várias peças usadas para o pagamento de promessas, como uma balança em tempos usada para pesar, essencialmente, cereais, e um cofre, onde os devotos depositavam as suas esmolas”.
“Ao longo do percurso expositivo dá-se conta da instituição, em 1657, da Irmandade de Nossa Senhora do Castelo, cujo objetivo primordial é a promoção e valorização do culto a Nossa Senhora, e responsável pela organização das Festas em Honra de N. S. do Castelo”, disse à Lusa a mesma fonte.
“A devoção dos coruchenses a N. S. do Castelo, é vivida de múltiplas formas, sendo esta uma faceta profundamente identitária da cultura desta vila ribatejana” rematou a mesma fonte.
Paralelamente, é editado um catálogo da exposição e com textos relativo ao culto mariano e a esta devoção, de autoria, entre outros, de Ana Correia, Ana Kol, António Camões Gouveia, António Gil malta, Aurélio Lopes e Miguel Gonçalves Ferreira.
No dia da inauguração da exposição realiza-se o lançamento do postal dos CTT-Correios de Portugal comemorativo dos V Centenário da procissão de Nossa Senhora.
A procissão de N. S. do Castelo continua a realiza-se na vila de Coruche no dia 15 de agosto.

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