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A Escola Portuguesa de Arte Equestre vai atuar, pela primeira vez, em maio, no Festival de Los Patios, em Córdova, na Espanha. A Parques de Sintra-Monte da Lua (PSML), empresa pública responsável pela escola, afirma que os cavalos e cavaleiros portugueses vão atuar no dia 17 de maio, às 19:30 locais, na praça de touros cordobesa, com a Escola Nacional de Equitação Francesa “Le Cadre Noir”, de Saumur, e a escola Córdoba Ecuestre, no espetáculo “Arte Ecuestre en los Patios”.
Este espetáculo equestre “é a principal atração do Festival de los Patios”, e a Escola Portuguesa de Arte Equestre participará com dez cavalos lusitanos Alter-Real e oito cavaleiros, apresentando dois números individuais e cinco números em conjunto com as escolas francesa e espanhola.

A Escola Portuguesa de Arte Equestre apresentou-se em agosto passado, na cidade de Arles, em França, no âmbito de “Marselha – Capital Europeia da Cultura 2013", com 22 cavalos e 11 cavaleiros nacionais, no âmbito do programa “Les Légendes de l’Art Équestre”, realizado naquela cidade no norte da região da Camarga.

Em Portugal, a escola apresenta-se nos jardins do Palácio de Queluz, regularmente, todas as quartas-feiras, sempre às 11:00, durante cerca de meia hora.


A escola, fundada em 1979, com sede no Palácio de Queluz, tem como objetivos “promover o ensino, a prática e a divulgação da arte equestre tradicional portuguesa, e recuperar a tradição da Real Picaria”, segundo a PSML.
A escola tem a seu cargo 49 cavalos lusitanos, criados na Coudelaria de Alter do Chão, no Alto Alentejo, fundada em 1748 por D. João IV.
Estes cavalos distinguem-se por diversas características físicas, como uma “garupa forte e arredondada” ou “espáduas compridas, oblíquas e bem musculadas”, segundo o padrão referenciado pela Associação de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano.
O cavalo lusitano é muito concentrado e tem especial aptidão para os exercícios e alta escola equestre e ainda para o combate, a caça, o toureio ou o maneio de gado, afirma a mesma associação.
Atualmente, segundo comunicado da PSML, “encontra-se em desenvolvimento o projeto de recuperação das instalações, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho, alojamento dos cavalos, acolhimento de visitantes e apresentações ao público”.
Desde novembro passado, a escola é dirigida por Teresa Abrantes, que integrou a equipa que geriu e reestruturou o Hospital Escolar da Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa, sendo picador chefe o cavaleiro João Pedro Rodrigues, que faz parte da escola desde 1980.

Foto: PSML/FMS

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