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Daniela Moreira abre no dia 08 de abril o VII Ciclo de Concertos do Órgão Histórico da Igreja de S. Vicente de Fora, em Lisboa, que projeta a realização de um recital por mês até dezembro.
O recital de abertura, “Batalhas e Tréguas”, por Daniela Moreira, centra-se na “música de caráter descritivo” dos séculos XVII e XVIII, que abarca “desde a bélica chamada de clarim e o empolgante galope de cavalos, ao suave toque da flauta e ao delicado canto do cuco”, segundo fonte da organização.
”O recital começa e termina com dois exemplos do género mais descritivo da literatura organística: a Batalha, verdadeiro traço de união entre o sagrado e o profano, representação por excelência da vitória do bem sobre o mal”.
O ciclo, organizado pela editora Althum e o Patriarcado de Lisboa, realiza oito concertos, sempre aos sábados, às 17:00, de abril até dezembro, excetuando durante o mês de agosto, conta com o apoio da Fundação Manuel Simões.
Em maio, no dia 13, atuam o organista Sérgio Silva e a contralto Carolina Figueiredo, no dia 10 de junho, Marisol Mendive, professora de órgão no Conservatório de Ourense, na Galiza, e, no dia 08 de julho, em parceria com o Festival Estoril Lisboa, apresenta-se Andrés Cea Galán, também professor de órgão, mas no Conservatório Superior de Sevilha.
Após o interregno do mês de agosto, em setembro, no dia 09, tocam a organista Flávia Almeida Castro e Pedro Castro, em oboé barroco, em outubro, no dia 14, o organista polaco Radoslaw Marzec, em novembro, no dia 11, o português Miguel Jalôto.
João Vaz, organista titular de S. Vicente de Fora, encerra o ciclo no dia 09 de dezembro, acompanhado por Diana Vinagre, em violoncelo barroco.
O organista João Vaz, em declarações à agência Lusa, realçou "a vantagem” do órgão construído em 1756, por João Fontanes de Maqueira, por “se encontrar em estado quase original", tendo tido "uma intervenção de restauro de pouca monta, em finais do século XIX, e novamente no século seguinte", em 1956/1957, e, depois, em 1977.
A última intervenção, mais profunda, concluída em 1994, foi realizada por Christine Vetter e Claudio Rainolter, tendo sido repostos materiais originais.
O órgão, segundo João Vaz, “tem mais de três mil registos distribuídos por dois teclados e 60 semi registos”, sendo uma dos maiores órgãos históricos portugueses.
No ano passado assistiram aos oito concertos do Ciclo do Órgão Histórico de S. Vicente de Fora, cerca de 5.000 pessoas.

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